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Como fazer uma escola sustentável? Entenda mais!

Se você vem buscando formas de modernizar a gestão do seu ateneu para torná-lo ecologicamente correto, entender como fazer uma escola sustentável é parte primordial desse processo.

Além de economizar recursos e impactar positivamente as finanças, você vai desenvolver um projeto importante junto aos alunos e todos os colaboradores, criando um ambiente muito mais construtivo e preparado para o futuro.

Se você quer saber como realizar isso, continue lendo e confira as informações a seguir.

O que é uma escola sustentável?

Uma escola sustentável consiste em um ambiente no qual a preocupação com o meio ambiente se reflete em atitudes práticas que passam tanto pela atitude dos gestores e colaboradores como dos alunos. Tudo isso deve ser inerente ao projeto pedagógico da escola, para que não seja visto como ações isoladas e descontextualizadas.

Os resultados obtidos são bastante significativos como:

  • preparar as novas gerações para os desafios ecológicos que já começam a ser sentidos hoje;
  • reduzir desperdício material e de recursos na escola, havendo, assim, mais dinheiro disponível para investir em projetos diferenciados;
  • envolver a comunidade escolar para além dos portões da instituição, como familiares e vizinhança para que também possam participar da iniciativa.

Realizar um feito tão nobre e imprescindível como esse exige planejamento, conhecimento e determinação. Nos tópicos a seguir, mostramos o caminho certo para alcançar isso. Confira!

Como tornar a escola sustentável?

Para trazer esse ideal para a realidade, é necessário ter como base as seguintes diretrizes:

  1. reduzir o uso de papel, tanto limitando a utilização da impressora e conscientizando todos sobre o seu uso quanto digitalizando os diversos processos internos e externos da escola;
  2. eliminar o desperdício de água, checando todos os seus pontos de saída, como torneiras no banheiro, cozinha e bebedouros, e conscientizando todos (alunos, colaboradores e gestores) sobre o uso correto;
  3. implantar coleta seletiva na escola, inclusive com o despejo correto do óleo de cozinha. Isso evita o acúmulo de sujeira, contribui com a reciclagem e reduz os gastos com limpeza.

Alguns locais, inclusive, se valem de animais de criação, como coelhos e roedores, para eliminar restos de comida. Dessa forma, utilizam os próprios ciclos da natureza para construir um ambiente ecologicamente sustentável.

Como o uso do planetário educa os alunos e cria um ambiente sustentável?

Para sair apenas de exigências e recomendações diversas e dar um tom criativo à construção de uma escola sustentável, você pode utilizar recursos diferenciados como o planetário escolar.

Tal alternativa consiste em um domo inflamável no qual são realizadas projeções em 3D de temas diversos que podem ir desde a astronomia até a microbiologia e anatomia, por exemplo.

Por meio dele, pode-se facilmente visualizar um ecossistema e trazer uma experiência didática e sensorial única aos alunos, que poderão ver essa temática sob um novo prisma. Assim, aumenta-se o interesse e o engajamento pela questão, e os resultados em torno do projeto escola sustentável tornam-se mais expressivos.

Qual a importância do selo sustentável?

O chamado marketing verde tem sido parte integrante das ações de diversas organizações e nas escolas não é diferente. Diversos selos como LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) ou mesmo o Protocolo GHG, que é usado por uma ampla gama de organizações preocupadas com seus impactos no meio ambiente, já são parte dessa realidade.

Se a sua escola passa a agir corretamente e conta com um selo sustentável, isso só reafirma, perante os pais dos alunos e a sociedade, a seriedade do projeto ecológico da escola. Com isso, mais famílias se interessarão por sua instituição, trazendo mais alunos dispostos a fortalecer a causa. Pense nisso!

Agora que você já sabe como ter uma escola sustentável mãos à obra!

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Conheça 4 diferencias de um planetário digital!

Os planetários proporcionam uma viagem pelo espaço sem que os visitantes deixem a sala onde estão. Durante uma sessão, o público aprende astronomia de uma forma divertida. O céu noturno é projetado em uma cúpula e os espectadores têm a chance de acompanhar o movimento dos planetas, entre outros fenômenos, a uma curta distância.

Essa ferramenta, que mexe com o imaginário das pessoas, tem também um papel reconhecido na educação de crianças e jovens. Por meio dela, os alunos podem aprender sobre as fases da lua, o sol, as constelações, o ciclo de marés, além de tantos outros assuntos em diversas áreas do conhecimento, como ciências, geografia e matemática.

O avanço da tecnologia proporcionou a modernização dos equipamentos, e hoje é muito usado o planetário digital, inclusive na sala de aula. São inúmeras as vantagens desse moderno aparelho, que pode ser levado para qualquer lugar.

Quer saber as principais diferenças entre os planetários analógico e digital? Então confira o post a seguir!

Planetário analógico

Os planetários tradicionais começaram a surgir por volta de 1930 e consistiam, basicamente, em um conjunto de projetores para reproduzir o céu. Eles estavam ligados a um motor, que simulava os principais movimentos da esfera celeste.

Tradicionalmente, os projetores ficavam localizados no centro de uma sala com uma cúpula onde o céu era projetado. Antes de a tecnologia aperfeiçoar os equipamentos, as imagens se resumiam aos movimentos da terra e dos planetas, além de mostrar as constelações. Com o tempo e o desenvolvimento dos aparelhos, alguns recursos extras foram adicionados, como os projetores de slides.

Planetário digital

Somente com o avanço da tecnologia foi possível adicionar mais recursos aos tradicionais planetários e deixá-los mais interativos. Veja quais são eles e as vantagens de um equipamento digital em relação ao analógico:

1. Imersão digital

Os novos planetários são denominados cinemas de imersão digital e, por isso, a sua experiência pode ser ainda mais fascinante e próxima da realidade. A nova tecnologia permite a realização de diferentes tipos de espetáculos, que vão desde a apresentação multimídias até as aulas, em geral.

2. Multidisciplinaridade

Os recursos do planetário foram ampliados e, atualmente, permitem que as sessões tenham outro enfoque que não seja, necessariamente, astronomia. Dessa forma, é possível usar o equipamento para ensinar temas de diferentes disciplinas, como meio ambiente e corpo humano.

3. Projeção de imagens

Se antes as imagens mostradas ao público pelos planetários se resumiam aos movimentos da terra e dos planetas e às constelações, os novos equipamentos permitem uma variedade de efeitos visuais, a reprodução de animações, inclusive em imagens 3D. Com o avanço da tecnologia, o aparelho passou a fazer simulações, como demonstrar a evolução de uma estrela.

4. Nova disposição

Os projetores modernos são instalados em outro ponto da cúpula que não seja o centro e, por isso, os espectadores podem sentar todos olhando para uma mesma direção, como em um cinema em vez de se posicionarem em círculo.

Como você pôde perceber, o planetário digital é bastante vantajoso e permite novas possibilidades de projeções. Ele tem papel fundamental no ensino por permitir que os alunos aprendam de uma forma lúdica e interativa. Com isso, os educadores conseguem abordar temas tão complexos de uma forma criativa e que conquiste a atenção dos estudantes.

Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre o planetário digital nas escolas, entre em contato conosco e conheça o nosso trabalho.

Neurociência e educação: entenda como ela pode transformar o ensino?

Entender a relação entre neurociência e educação pode transformar o ensino na sua escola e fazer com que os alunos se engajem mais com o conteúdo e fiquem mais satisfeitos com o ambiente de aprendizado.

Já é certo que a tecnologia veio para ficar e está adentrando os mais diversos contextos, como o do processo educacional. As crianças e adolescentes de agora não são os mesmos de gerações anteriores e o mundo também exige deles novas posturas diante dos desafios.

Se quer saber como a neurociência e educação caminham juntas e são capazes de responder aos principais desafios do mundo contemporâneo, continue lendo e aprenda com as informações a seguir.

O que é neurociência?

Neurociência é um estudo da área da medicina de caráter transdisciplinar, ou seja, dialoga com várias vertentes do conhecimento, como anatomia, biologia, psicologia, genética, tecnologia e tantas outras.

Tem ganhado muita atenção nos últimos anos justamente por sua capacidade de integrar esses diferentes aspectos da mente humana e se beneficiou bastante dos avanços tecnológicos ocorridos a partir dos anos 50. Foi nesse período que se tornou possível mapear a atividade cerebral em tempo real.

Justamente por seu caráter holístico, tem grande potencial para ser utilizada na área da pedagogia, causando transformações positivas no ambiente escolar.

Como ela funciona?

A neurociência estuda a plasticidade do cérebro, ou seja, as mudanças que ocorrem em sua estrutura ao longo da vida por meio das diversas experiências e aprendizados vivenciados pelos seres humanos. Assim, procura entender como funcionam nossos processos cognitivos, emocionais e comportamentais.

Porém, além de compreender esse caráter funcional, ela busca criar mecanismos que possam otimizar esse processo, a fim de trazer maior qualidade de vida às pessoas e contribuir para a recuperação de pacientes com algum de trauma ou limitação.

Como a escola do futuro deverá ser capaz de responder às diferentes potencialidades de cada aluno, em vez de tentar colocá-los na mesma “caixa”, a neurociência tem tudo para ser determinante na construção dessa nova pedagogia.

Qual é a relação com a educação?

A neurociência se relaciona diretamente com a educação ao provar que aprender é muito mais que apenas decorar. Ela faz isso ao entender que métodos tradicionais baseados na retenção do conhecimento apenas pela repetição, em vez do engajamento com o conteúdo, é uma característica essencial do espírito científico por meio do constante estímulo da curiosidade e ímpeto para a pesquisa.

Em uma era em que os estudantes estão constantemente conectados e com fácil acesso à informação por meio da internet, tem sido imperativo que as escolas revejam a sua abordagem e criem maneiras de manter o interesse dos alunos, se realmente quiserem fazer a diferença.

Mudando a forma de enxergar os processos educacionais, torna-se possível planejar e aplicar as possibilidades que a neurociência oferece para as escolas.

Como usar a neurociência na escola?

Ao longo do post, já deve ter ficado claro que se afastar da tecnologia não é a melhor estratégia se você quiser atualizar sua abordagem no ambiente educacional. Também não queremos afirmar, com isso, que tudo se baseia em utilizar dispositivos digitais e eletrônicos para propiciar um contexto mais moderno e apto a aproveitar das benesses que a neurociência possibilita.

Por isso, para esclarecer, vamos levantar alguns pontos importantes que podem ajudar a vislumbrar formas de aproveitar esse conhecimento científico na sua escola:

  • experimente trocar o sistema “decoreba” por algo instigante, como a sala invertida. A neurociência corrobora a importância da criatividade no ensino;
  • invista em tecnologia com plataformas virtuais, aplicativos que incentivam a busca por conhecimento e demais possibilidades construtivas;
  • não pense que a tecnologia por si é o suficiente. Promova, também, o contato com a natureza, pois o cérebro pede experiências diferentes;
  • fuja da educação voltada apenas ao mercado. A neurociência corrobora a importância do afeto e das relações saudáveis na escola.

Como pode ver, esse campo da ciência não é nenhuma fórmula a qual você seguirá e atingirá resultados previsíveis e padronizados. Seu diferencial está justamente nas possibilidades que oferece para construir um processo de ensino mais completo e eficaz.

Se gostou de conhecer a relação entre neurociência e educação, aproveite para nos seguir no Facebook e continuar por dentro do nosso conteúdo.

Interatividade na educação: uma grande ferramenta para os professores

A interatividade na educação é uma mudança que está chegando ao Brasil e veio para ficar. Essa grande ferramenta pode ser utilizada pelos professores para aumentarem a frequência dos alunos em sala de aula, participação e satisfação com os momentos tidos no aprendizado escolar.

Felizmente, o método de ensino tradicional, muitas vezes encarado como algo enfadonho, está sendo substituído, ainda que lentamente, por algo mais dinâmico e que condiz com a realidade das crianças, adolescentes e jovens de hoje.

Se a sua escola ainda não entrou nessa mudança, é hora de se informar por meio dos tópicos que apresentaremos a seguir, veja!

Sala de aula invertida

A forma de aprendizado antiga era marcada pela figura distante do professor, que estava no papel de passar o conhecimento aos alunos e esses deveriam receber o conteúdo passivamente por meio da prática de copiar e decorar. Hoje, isso já está sendo superado pela realidade contemporânea.

Atualmente, pessoas das mais diversas faixas etárias têm um acesso muito fácil à informação e a escola não pode mais ser retrógrada quanto a isso.

O conceito de sala invertida nada mais é que introduzir o assunto ou conteúdo antes das aulas acontecerem para, a partir dali, o professor ser apenas um mediador diante das dúvidas e questionamentos dos alunos.

Isso pode ser feito por meio de uma plataforma virtual no qual o material poderá ser acessado por todos ou mesmo links e vídeos enviados para toda a turma previamente. A ideia é sair da zona de conforto e da mesmice que muitos métodos de ensino se apegaram fazendo dos alunos protagonistas de sua educação.

Jogos de interação virtual

Já são muito os jogos de interação virtual que preparam o aluno não só para a vida, como para os desafios do mercado de trabalho. Já existem adaptações de plataformas empresariais, que seguem a gamificação como forma de criar interação entre os funcionários e engajamento com os propósitos da empresa. Com isso, é possível preparar os alunos para serem mais assertivos quando adentrarem o mundo profissional.

Algumas das linhas principais desses jogos de interação virtual para finalidade educacional são:

  • comportamental: procurar trabalhar nos estudantes a capacidade de cooperação e resolução de problemas de forma coletiva;
  • mercadológica: educação financeira e jogos que ensinam e estimulam a apreensão de alguns fundamentos básicos de economia e administração;
  • funcionais: podem ser jogos dedicados à áreas específicas, como marketing, contabilidade e gestão de pessoas;
  • sistêmicos: integram diferentes problemas e exigem dos alunos uma visão holística para que sejam capaz de resolvê-los.

Em um ambiente dinâmico como o contemporâneo, todos esses desafios servem para prender a atenção do aluno, aumentar a participação na sala de aula e, obviamente, promover o desenvolvimento cognitivo, intelectual e pessoal de cada estudante.

Apresentação de blogs

A forma como diferentes mídias interagem e se conectam uma com as outras na internet de maneira fluída e extensa é conhecida como hipertexto. Quando você visita um blog, por exemplo, e há a inserção de outros links durante o post, isso é nada mais que um hipertexto.

Nesse sentido, a apresentação de blogs que fazem o uso desse recurso e se aproveitam de ferramentas diversas como vídeos, textos, imagens, animações e tantas outras possibilidades para melhor envolver o leitor/espectador, se torna outra grande estratégia de engajamento com o conteúdo em sala de aula. Como muitos desses sites são temáticos, é possível relacioná-los diretamente com os conteúdos escolares.

Além da hiperconectividade

Nem todas as suas propostas de interatividade devem estar associadas à hiperconectividade. A simulação de júris, por exemplo, no qual um problema complexo é apresentado aos alunos e eles podem formar grupos de defesa e acusação como forma de estimular o pensamento crítico, é uma excelente ferramenta educacional que independe do acesso à internet.

Uma boa educação não pode ser voltada somente ao mercado, mas sim à formação humana de cada aluno. Saber utilizar com equilíbrio todos os recursos citados ao longo deste post, pode unir ambas as pontas do ensino contemporâneo e do futuro.

Se gostou de aprender sobre interatividade na educação, mas ainda tem alguma dúvida, deixe seu comentário no post para que possamos esclarece-la!

 

Conheça o poder do esporte na educação

Alunos mais disciplinados, menos sedentários e com senso de equipe — esses são apenas alguns dos motivos pelos quais o esporte na educação é tão importante. Seja nas aulas de educação física ou por meio de atividades complementares, não se discute o fato de que a prática esportiva deve ser incentivada desde cedo.

De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Sport and Health Science, experimentos evidenciam que mais do que a questão da saúde física, a educação esportiva contribui para a melhora das funções cognitivas e do desempenho escolar dos alunos.

Neste artigo, mostraremos as vantagens e as opções a serem consideradas no que se refere ao esporte na educação. Continue a leitura e confira!

Quais são os benefícios do esporte na educação?

De uma forma geral, os esportes são bons para a mente, o corpo e o espírito. Nesse sentido, os benefícios são inúmeros, pois eles colaboram de diversas maneiras para o desenvolvimento das capacidades físicas e sociais das crianças e adolescentes.

Para uma visão mais aproximada, veja, a seguir, as razões que fazem do esporte algo essencial na vida dos alunos:

  • melhora a saúde física e mental;
  • os ensina a gerenciar o tempo e a ter mais disciplina;
  • mostra que ganhar e perder fazem parte do jogo;
  • ajuda a desenvolver a liderança e as qualidades necessárias para o trabalho em equipe;
  • aumenta a autoconfiança.

Além disso, o esporte na educação também é importante porque ajuda a desenvolver um espírito de competição. Os educadores, nesse caso, devem ter o cuidado para que o competir dos alunos não ultrapasse os níveis do aceitável.

Em outras palavras, é preciso orientá-los a respeito do “jogo justo”, ressaltando a importância e os méritos de ser um competidor leal.

Que tipos de esportes podem ser oferecidos na escola?

Com relação aos tipos, é interessante dar opções que possibilitem aos alunos desenvolver uma grande base de capacidades.

Esportes individuais

  • natação;
  • ginástica desportiva;
  • artes marciais (judô, caratê, taekwondo e jiu-jitsu);
  • tênis.

Esportes coletivos

  • futebol;
  • futsal;
  • vôlei;
  • basquete;
  • handebol.

Cabe salientar que, com exceção dos esportes coletivos, que podem ser praticados durante as aulas de educação física, os individuais costumam ser oferecidos como atividades complementares.

Nesse contexto, é válido ressaltar que a falta de espaços próprios para oferecê-los não deve ser vista como um impedimento. Esse “problema” pode ser facilmente contornado com as parcerias entre escola e clubes e academias, por exemplo.

Com os pais, os educadores devem determinar os locais e os horários para a prática dos esportes quando realizados como atividades complementares. Logicamente, é preciso encontrar uma alternativa que não as inviabilize, especialmente pela questão econômica.

Como incentivar as crianças a praticá-los?

Antes de concluirmos, também é importante frisar a necessidade de incentivar as crianças a praticar os esportes. É preciso dar apoio, ensinar o espírito esportivo e valorizar o esforço, porém, não permita que a recuperação se torne uma possível consequência para a ausência das aulas.

Para concluir, não poderíamos deixar de falar que, independentemente do local onde se pratiquem os esportes, é responsabilidade da escola garantir que a estrutura seja adequada, para que os alunos não se machuquem durantes os exercícios.

O que achou deste conteúdo sobre o esporte na educação? Gostou? Então assine a nossa newsletter agora mesmo!

Como escolher filmes educativos? Entenda mais!

Filmes são recursos riquíssimos, que devem ser aproveitados nas escolas. Afinal, a apresentação de curtas e longas permite que as aulas se tornem mais atrativas e estimulantes aos alunos. Para isso, no entanto, é importante que sejam exibidos filmes educativos — que tragam ensinamentos, não apenas “matem o tempo”.

Tudo na dinâmica escolar deve feito ser em prol dos maiores objetivos de uma instituição de ensino: a propagação de valores e saberes. Pensando nisso, preparamos este post com algumas orientações para você escolher filmes educativos. Interessado? Continue acompanhando para conferir!

Considere o objetivo didático

Em primeiro lugar, uma pergunta simples (mas eficiente) que o educador pode se fazer é: com qual intenção exibirei esse filme aos meus alunos? Com isso em mente, é importante assistir antes ao filme e analisá-lo como um todo.

Às vezes, o seu objetivo didático é contemplado em uma cena, mas, em outras, há conteúdos indesejados ou impróprios. Isso vai de encontro ao que se espera alcançar — a não ser, é claro, que sua intenção ao expor o filme seja justamente a de mostrar algo para fazer uma contraposição.

Seja como for, os objetivos didáticos podem ser dos mais diversos. Entre eles, por exemplo, estão:

Reflita sobre a temática

No momento da escolha de filmes educativos, alguns pontos relacionados às suas temáticas precisam ser levados em conta. Avalie, por exemplo, se o conteúdo do filme será adequado:

  • à faixa etária dos alunos;
  • à matéria;
  • aos objetivos didáticos;
  • aos valores da instituição.

Elabore uma metodologia

Em momentos como esse, o professor deve atuar como uma espécie de mediador, fazendo a seleção e a análise das obras a serem exibidas. Lembre-se: você não somente “passará” um filme aos alunos, mas também estudará esse filme junto a eles.

É crucial, então, criar uma metodologia para esse fim, de modo que a exibição dos filmes não seja dispersa ou ocupe um tempo maior do que deveria, por exemplo. A criação desse plano, inclusive, auxiliará na divisão das atividades por etapas.

Caso os filmes a serem exibidos sejam longas-metragens, será preciso pensar em como será feita a divisão entre as aulas ou uma possível negociação entre outros professores e a coordenação, para exibi-lo todo em um mesmo dia. Já no caso de um curta ou filme de média duração, há a possibilidade de assisti-lo todo em uma só aula.

De toda forma, é importante preparar um roteiro para os alunos, identificando o que se espera que eles absorvam daquele conteúdo.

Ao contrário de um filme assistido puramente para fins de entretenimento, filmes educativos devem contar com uma espécie de guia. Então, convide os alunos a fazer anotações que poderão ajudá-los nas atividades seguintes, como rodas de discussão ou produção de textos, entre outras possibilidades.

Pondere a preferência dos alunos

Conseguir a atenção dos estudantes passa, é claro, por mostrar algo que seja de interesse deles. Sendo assim, o professor também deve analisar as preferências dos alunos — e isso pode ser feito tanto de maneira direta quanto mais indireta.

O professor pode, por exemplo, pedir aos alunos indicações de filmes que tratem de determinado assunto, ou perguntar que tipos de temas eles gostariam de ver relacionados aos conteúdos trabalhados em sala de aula. Também pode observar os comportamentos dos estudantes e o que eles conversam entre si para pensar algo adequado ao seu contexto.

Enfim, sabemos que a linguagem cinematográfica é muito rica, já que agrega som e imagem com o despertar de emoções e o envolvimento com as personagens e o enredo do filme.

Justamente por isso, filmes educativos podem tornar o aprendizado mais divertido e manter os alunos motivados. Afinal, crianças e adolescentes tendem a ser bastante atraídos por elementos audiovisuais que sejam chamativos. Então, por que não fazer uso desse importante aliado?

Gostou do nosso post? Agora, já que falamos em propagação de conhecimentos, que tal compartilhar este conteúdo em suas redes sociais?

Saiba como escolher as atividades para semana da criança na escola!

Com a chegada do mês de outubro, se aproxima uma das datas mais esperadas pelos pequenos: o Dia das Crianças. Na verdade, a semana toda é muito aguardada, já que as crianças sempre esperam com entusiasmo as atividades para semana da criança na escola.

A escola é o lugar em que elas passam mais tempo e lá que encontram todos os amiguinhos diariamente. Assim, é importante que a instituição ofereça uma semana bem especial em comemoração ao dia deles.

Então, que tal começar a planejar as brincadeiras? O importante é programar todas as atividades para que as crianças aproveitem ao máximo cada uma. Pensando nisso, separamos 6 dicas de programas que a escola pode oferecer para comemorar esse dia tão esperado. Confira!

1. Escolha bem as atividades

Que tal iniciar as comemorações contando as histórias do Dia da Criança e sobre o surgimento da data? Faça uma atividade de relaxamento com as crianças. Organize as mesas e cadeiras, distribua colchonetes, coloque uma música calma e apague a luz.

Em seguida, proponha uma viagem no tempo e peça para elas imaginarem o Dia das Crianças que mais marcou suas vidas, onde estavam, o que faziam etc.

À medida que forem despertando, peça para elas desenharem ou escreverem sobre esse dia e apresentarem para toda a classe. Após esse momento de reflexão, pergunte se as crianças conhecem a história por trás da origem da data e conte sobre o surgimento do Dia das Crianças no Brasil.

Essas são algumas ideias para você iniciar as comemorações com seus alunos e anunciar que a diversão só está começando. As ações, no geral, devem ser organizadas por faixa etária para que os pequenos de divirtam ao máximo. Você deve propor atividades lúdicas e educativas que vão além do dia a dia escolar. Também é importante que toda a escola se planeje com antecedência para essa semana cheia de jogos e brincadeiras!

2. Faça um piquenique

As crianças adoram fazer programas ao ar livre. Um piquenique pode ser a atividade perfeita para diverti-las, principalmente se você oferecer jogos de tabuleiro, peteca ou uma bola.

Aproveite o evento para incentivar seus alunos a se alimentarem de maneira saudável, com frutas, sucos e sanduíches. Você pode, por exemplo, organizar uma oficina de culinária na véspera, para fazerem juntos os quitutes do piquenique.

3. Promova uma caça ao tesouro

A escola pode dividir os alunos em times para uma caça ao tesouro. Crie pistas e faça com que as crianças quebrem a cabeça para desvendar o local do tesouro escondido. A atividade explora o desafio, incentiva o trabalho em equipe e estimula a resolução de problemas.

4. Viaje pelo sistema solar

Construir com as crianças um miniplanetário do sistema solar pode ser uma atividade educativa e divertida ao mesmo tempo. A experiência promove mais do que a exploração do universo, pois a ciência se une à educação artística na construção da maquete!

5. Crie um teatro de fantoches

Histórias instigam o mundo lúdico da criança. Usando saquinhos de pipoca, rolos de papel higiênico, giz de cera, canetinhas e enfeites, seus alunos poderão criar fantoches e depois montar um espetáculo. No teatro de fantoches, incentive as crianças a usarem e abusarem da criatividade.

6. Use a criatividade com o baú de histórias

Coloque vários objetos, fantasias e adereços em um baú e peça que uma das crianças comece a contar uma história. Vá mostrando os objetos e pedindo que outros alunos deem continuidade à narrativa. Assim como o teatro de fantoches, essa é uma atividade para soltar a imaginação!

As atividades para Semana da Criança são mais que oportunidades de trabalhar as datas comemorativas de forma divertida, elas auxiliam no desenvolvimento das crianças. Agora que você conheceu algumas sugestões de jogos e brincadeiras, entenda a importância de aprender brincando!

Como fazer uma boa campanha de matrículas escolares?

Entender como fazer uma boa campanha de matrículas escolares é essencial não só para garantir a continuidade dos trabalhos, mas também para expandir a atuação da sua instituição.

Em meio à crise, torna-se um verdadeiro desafio realizar essa tarefa e buscar informações que possam ser úteis para superar os entraves que surgem pelo caminho.

Se você vem buscando maneiras de fazer uma boa campanha de matrículas escolares, continue lendo e aprenda com as informações a seguir.

Conhecer o público-alvo

Nem sempre o insucesso de um local de ensino está no conteúdo que ele desenvolve, mas sim na forma como oferece isso aos estudantes.

Hoje, com tanta tecnologia e métodos alternativos disponíveis, torna-se essencial que você revisite maneiras tradicionais que não acompanham o ritmo das novas gerações.

Algumas questões que podem guiá-lo a uma abordagem mais correta são:

  • Qual a faixa etária dos alunos?
  • Qual o perfil econômico e cultural das famílias?
  • O engajamento dos alunos têm sido maior nas aulas em formato tradicional ou naquelas que propuseram algo novo?
  • De que forma posso replicar as experiências de sucesso?

Observando os próprios resultados obtidos, você conhece melhor os alunos, a sua escola e aquilo que atrairá as famílias. Prossiga com a leitura e aprenda mais.

Evidenciar os diferenciais

Se você passa a conhecer melhor seu público e o que é desenvolvido em sua escola, fica bem mais fácil evidenciar os diferenciais que fazem do seu espaço de ensino um lugar especial.

Inclusive, procure pesquisar a concorrência a fim de verificar o que eles têm feito, para se assegurar de que que você está fazendo algo relevante. Tome isso como um aprendizado e faça dessa ação mais uma oportunidade de aprimorar os seus processos. Seja estratégico.

Utilizar a tecnologia

Dificilmente a aula realizada na forma tradicional, com os alunos tomando anotações do quadro negro passadas pelo professor, dá certo. As novas gerações têm maior urgência na assimilação da informação e a paciência para modelos anteriores vai ficando cada dia menor.

Já existem métodos que integram a consistência e a qualidade do conteúdo dos livros de outrora com o ambiente interacional do meio virtual. Assim, é possível envolver os estudantes e produzir um local de ensino onde todos sejam mais participativos e produtivos.

Estimular as indicações

Antes do ano terminar, é importante que você avalie a estrutura da sua instituição, Por exemplo, quantas salas estão disponíveis, quantos alunos ainda pode receber e quantas famílias já deram sinal de que manterão seus filhos na escola.

Você deve ainda desenvolver uma comunicação consistente com os familiares durante o ano, ou seja, não adianta enviar um folder ou outro esporadicamente e esperar que os resultados aconteçam.

Afinal, não fará sentido você estimular as famílias a indicarem a sua escola para outras pessoas se eles não sentem confiança no trabalho desenvolvido e não há nem mesmo proximidade com a instituição. Fortaleça os vínculos e assim ficará mais fácil expandir o trabalho.

Como você pôde ver, são muitas as formas de garantir que os estudantes continuem na sua instituição e que novos alunos cheguem para expandir o trabalho. Aproveite bem as informações dadas neste post para chegar ainda mais longe!

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Dia da fantasia na escola: deixe a imaginação dos alunos fluir!

A infância é um momento encantador na vida de uma criança. Por ser uma fase fundamental ao desenvolvimento infantil, é necessário que se pense em meios que promovam a imaginação, a interação e todos os elementos fundamentais no processo de maturação delas.

A escola, por ser espaço de excelência ao educar, bem como ter grande responsabilidade com os pequenos, deve propor atividades que estimulem essas crianças de forma atrativa e educativa. Uma alternativa muito interessante para esse propósito é o dia da fantasia na escola, que pode ser realizado em datas comemorativas, como carnaval, dia das bruxas etc.

O dia da fantasia no ambiente escolar, além de proporcionar momentos educativos de socialização e trocas culturais, permite que o público infantil desenvolva a criatividade de forma saudável e divertida.

Para informar mais sobre este assunto, separamos, neste post, quatro dicas incríveis de como usar o dia da fantasia na escola para estimular a criatividade dos alunos. Confira!

1. Desenvolva uma decoração estimulante

A decoração deve ser sempre bem atrativa às crianças, com muito colorido e instrumentos lúdicos, que possam estimular a imaginação e a criatividade. O uso de brinquedos infláveis, como piscina de bolinhas e castelos, bem como bolhas de sabão e confetes é sempre importante para incrementar as festas infantis.

Dessa forma, as crianças podem adentrar ao tema proposto e vivenciar tudo que lhes forem proporcionado de maneira mais intensa e com mais probabilidade de alcançar os objetivos da atividade. Além disso, a aceitação e correspondência podem ser bem maiores com o uso desses recursos infantis.

2. Acredite em desafios

Além do uso das decorações é importante propor, durante as festas, momentos educativos que proporcionem o estímulo à imaginação, como desafios, brincadeiras, pinturas de rosto, dança das cadeiras, músicas etc., que possam deixar a criança à vontade e se divertir.

Propor também atividades em grupos, com objetivos educativos, é sempre bastante pertinente, pois essas atividades podem contribuir para a socialização além daquele momento, com bons retornos em sala de aula.

3. Traga artigos diferentes

O uso de artigos diferenciados, que deixem o ambiente atrativo ao público infantil e que encantem o espaço físico é extremamente importante para as crianças, pois, por meio deles, o estímulo à criatividade torna-se muito mais efetivo e contribui para o sucesso dos projetos escolares.

4. Converse com os pais

Os pais podem ser grandes parceiros da escola nesses momentos. Dessa forma, é importante que os objetivos do dia da fantasia estejam bem esclarecidos a eles. Assim, o processo de incentivo à criatividade é iniciado em casa, na escolha das fantasias, nas pinturas, nos diálogos e a família pode realizar suas devidas intervenções, além de estimular a criança a criar e se divertir, interagir e socializar.

Essas foram algumas dicas que podem ser usadas para estimular a criatividade das crianças no ambiente escolar. O dia da fantasia, se bem aplicado nesse espaço além de trazer bons momentos ao público infantil, proporciona também alternativas de planejamento em sala de aula, por meio das experiências e trocas culturais vivenciadas nas festas.

E aí, gostou do post? Então, compartilhe-o em suas redes sociais para que outras pessoas saibam como usar o dia da fantasia na escola e estimular a criatividade das crianças!

Descubra como uma escola pode organizar excursões incríveis

Descobrir como organizar excursões incríveis para sua escola pode ser uma estratégia e tanto para o envolvimento e desenvolvimento dos alunos. E você sabia que a atividade também está prevista nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PNCs)?

Infelizmente, muitas instituições perdem oportunidades e deixam de oferecer uma experiência única na vida dos estudantes, além da chance em construir um projeto pedagógico agregador — que vá além do espaço físico da escola.

Se quer saber como organizar excursões escolares incríveis, continue a leitura e saiba mais!

Escolha o destino

Obviamente, o primeiro passo é escolher o destino e ele não precisa ser um local de alto custo de entrada ou deslocamento. Verifique se nos arredores da escola não existem espaços subestimados e que não tem sido explorados nessas excursões.

Por exemplo, você pode propor uma experiência diferente, como um passeio às cegas no parque da cidade, no qual os alunos poderão desenvolver o lado sensorial ao tocar as plantas. Outra opção é realizar uma caminhada pelo bairro da escola, a fim de conhecer um pouco mais de sua história, geografia e como tudo isso se relaciona com a própria cidade.

Na maior parte das vezes, o local escolhido não é o único responsável por proporcionar uma excursão inesquecível, mas sim a experiência e as memórias que o evento deixará na vida do estudante.

Arrecade o dinheiro

Não basta ter uma boa ideia, é preciso também viabilizá-la financeiramente. Por isso, inicie o processo de arrecadação de dinheiro algumas semanas antes da excursão. Assim, você evita prejuízos ou que os planos sejam desfeitos por conta da falta de verba.

Pense sempre em criar maneiras de chegar a um preço justo para todos, a fim de que a excursão seja a mais inclusiva possível e contemple todas as turmas.

Peça permissão aos pais

Obter permissão dos pais, esclarecê-los sobre o destino e os motivos da realização da excursão é uma obrigação legal, moral e ética da instituição de ensino.

Durante a excursão, tenha sempre um telefone em mãos e o contato de cada responsável, a fim de acioná-los caso seja necessário ou, até mesmo, para informar que está tudo bem. Assim, tudo caminha tranquilamente e os pais saberão que podem contar com a escola.

Invista na segurança dos estudantes

O local escolhido deve também levar em conta a segurança dos estudantes. No entorno da escola, por exemplo, é importante ter atenção no momento de atravessar a rua com os mais pequenos e, também, em manter o comportamento dos jovens.

Mesmo em locais fechados é importante contar com mais professores ou assistentes na excursão, a fim de cuidar para que tudo saia dentro dos conformes e para evitar que qualquer incidente ocorra.

Considere utilizar o próprio espaço da escola

A escola também pode ser um espaço de novidades e descobertas — que muitas vezes não é levada em conta quando se pensa em oferecer experiências diferenciadas aos estudantes.

A possibilidade de instalar um planetário inflável no pátio da escola, no qual os alunos poderão ter aulas de Astronomia, Ciências, Meio Ambiente e outras matérias importantes, é uma forma bastante viável de oferecer uma experiência única e inovadora de aprendizado!

Inclusive, o ensino de matérias como essas citadas, ainda se encontram defasadas de uma forma geral no desempenho estudantil brasileiro. Trazer isso ao ambiente escolar pode, de fato, contribuir para uma formação mais completa e agregadora.

Gostou do conteúdo? Agora que você já sabe como organizar excursões incríveis em sua escola, entre em contato conosco e entenda melhor como funciona o planetário!