Category

Conhecimento

Category

4 livros para professores que você precisa ter na sua biblioteca

A leitura engrandece a alma, desenvolve o intelecto e abre portas inimagináveis para o conhecimento. Ademais, livros auxiliam educadores no processo de ensino-aprendizagem dentro das salas de aula — e são instrumentos valiosos para promover práticas pedagógicas inovadoras e mais distantes da tradicional.

Partindo desse princípio, elencamos quatro livros para professores que desejam enriquecer as suas formações, mudar perspectivas e transformar positivamente o sistema educacional, sob o prisma de diversos pontos de vista pedagógicos. Interessou-se pelo tema? Então, não deixe de acompanhar o post até o final!

1. Pedagogia da Autonomia

Paulo Freire foi um célebre educador, pedagogo e filósofo de nosso país — e conhecido especialmente pela criação de um método de alfabetização para adultos batizado com o seu nome. Considerado até hoje o Patrono da Educação Brasileira, publicou mais de 30 livros, foi professor em oito universidades diferentes e recebeu 36 doutoramentos honoris causa.

Em “Pedagogia da Autonomia”, Freire reflete sobre o relacionamento entre educadores e educandos, questiona o ato de ensinar e propõe práticas pedagógicas guiadas pela autonomia, ética, curiosidade e a capacidade crítica.

2. Educar na Esperança em Tempos de Desencanto

Nesta obra, o historiador e político Chico Alencar e o professor argentino Pablo Gentili discorrem sobre a atuação e os desafios da atividade docente nos tempos atuais. Estruturado em quatro capítulos, o livro aborda questões mundiais problemáticas que abalam a educação, como o desemprego, a globalização e as tecnologias que excluem indivíduos, refletindo nos processos de ensino-aprendizagem dos indivíduos.

3. Gramática da Fantasia

Gianni Rodari renovou a literatura infantil. Ganhador do importante prêmio Hans Christian Andersen, o jornalista, pedagogo e escritor italiano sacudiu palavras, ressignificou ideias e dedicou-se com todo o coração ao desenvolvimento da imaginação dos pequenos.

Em “Gramática da Fantasia”, Rodari aborda técnicas e exercícios práticos para incitar a imaginação e a criatividade das crianças. O livro, agradável e fácil de ser absorvido, tem o objetivo de exercitar a mente dos pequenos por meio de histórias e narrativas que os façam “pensar fora da caixa”.

4. Quem Ama, Educa

Içami Tiba foi um psiquiatra, educador, colunista e escritor — e uma forte referência para muitos educadores e pais. Era especialista em psicoterapia familiar, foi professor por mais de 22 anos e, ao longo de sua carreira, publicou mais de 40 livros sobre educação.

No livro “Quem Ama, Educa”, Tiba destaca o papel essencial e significativo da família na educação dos jovens da geração digital — mais globalizados, informatizados e independentes. Além disso, a obra trata sobre assuntos como o diálogo, os limites e os valores.

Pronto. Agora você já conhece quatro livros para professores que não devem faltar em sua biblioteca! Esperamos que essas obras sejam apreciadas como verdadeiros bálsamos para a sua formação. E que a partir delas você desenvolva um olhar educacional inovador, capaz de guiar mentes, almas e corações.

Gostou deste post? Então, o que acha de aproveitar sua visita em nosso blog e ler mais conteúdos incríveis sobre o mundo da educação? Saiba agora como escolher filmes educativos para os pequenos!

Invenções importantes para a humanidade: quais seus alunos conhecem?

A ciência já fez muito e ainda contribui imensamente com o nosso desenvolvimento e bem-estar. Ao longo do tempo, ela provocou profundas transformações na forma como vemos o mundo e nos relacionamos com ele e uns com os outros.

Nesse cenário, uma tarefa desafiadora para os professores é transmitir todo esse conhecimento de uma forma didática e atrativa para os alunos, que já nasceram em uma era totalmente tecnológica. Difícil, não?

Por isso, no artigo de hoje mostramos algumas invenções importantes para a humanidade que os estudantes devem conhecer e como abordá-las em sala de aula. Ficou interessado? Continue a leitura!

Telefone

Quem nasceu na era do smartphone mal consegue compreender como é viver em um mundo sem telefone. Polêmicas à parte, a invenção do aparelho é atribuída a Alexander Graham Bell. Ele trabalhava para aperfeiçoar o que chamou de “telégrafo móvel”, equipamento para enviar de 6 a 8 mensagens em código Morse — método de transmissão de informação em texto com o uso de dois tons sonoros.

Bell foi buscar ajuda na oficina de Charles Williams e Tomas Watson. Após muitas tentativas, o telefone foi criado em 1876 e apresentado na Exposição do Centenário de Filadélfia. Cerca de 100 anos depois, a Motorola criou o primeiro aparelho móvel.

Para abordar esse tema na sala de aula, experimente fazer com os alunos aqueles telefones a partir de copos descartáveis e barbantes. Eles poderão aprender como as vibrações são produzidas e transmitidas. Vale também pegar várias imagens de telefones dos mais variados modelos e fazer um jogo da memória. Quem não gosta de aprender brincando?

Internet

A internet foi criada durante o período da Guerra Fria, nos Estados Unidos, com o nome de Arpanet. À época, pertencia ao Departamento de Defesa do país. Então, em 1969 foi criado um sistema de transmissão de dados em redes de computadores com a função de interligar laboratórios de pesquisa.

Somente em 1992 ela começou a ser popularizada, principalmente com a criação da World Wide Web.

A internet já está profundamente integrada à escola e é amplamente usada como ferramenta pedagógica. Para mostrar a importância dela, que tal fazer uma dinâmica em sala de aula e pedir aos alunos para escreverem cartas uns aos outros? Essa é uma excelente forma de mostrar como a comunicação era feita antigamente, antes do surgimento do e-mail e das redes sociais.

Uma outra atividade bastante interessante é trazer algumas enciclopédias para o colégio e pedir que os alunos façam um trabalho de pesquisa baseado somente nesses livros, sem o uso da internet.

Fotografia

As crianças de hoje nascem prontas para fazer as famosas selfies, mas será que elas conhecem o funcionamento das câmeras por trás desse hábito tão comum? A fotografia surgiu com o princípio da câmera escura, ou seja, quando se descobriu que era possível projetar uma imagem em uma sala sem iluminação.

O francês Joseph Nicéphore Niépce teve o trabalho reconhecido como a primeira fotografia em 1826. No entanto, muitos outros físicos e químicos trabalharam para contribuir com o desenvolvimento da técnica ao longo dos anos.

Como abordar essa invenção na sala de aula de uma forma divertida? Produza câmeras escuras de orifício com os alunos. Eles vão poder colocar a mão na massa e aprender um pouco mais sobre o assunto sem monotonia.

Como você pôde perceber, há diversas formas de ensinar os alunos sobre as invenções importantes para a humanidade de uma forma lúdica. Não se esqueça também dos filmes, eles são excelentes ferramentas pedagóigicas. Nós da Planetário na Escola temos uma produção de 15 minutos para jovens a partir de 12 anos de idade que se chama Grandes Inventos e seus Inventores. Uma ótima pedida para a sala de aula!

Gostou deste post? Então, assine a nossa newsletter e receba conteúdo novo no seu e-mail sempre!

[Post estendido] O que é um planetário e por que ele é importante para a educação?

Você já entrou em uma sala fechada e com pouca iluminação alguma vez, olhou para o teto e viu a projeção de um céu estrelado bem acima da sua cabeça? Se a sua resposta for sim, você, provavelmente, sabe o que é um planetário e como ele mexe com a imaginação dos visitantes, principalmente com a das crianças.

Esse espaços são uma importante ferramenta no processo de aprendizagem. Eles despertam a curiosidade do visitante, além de serem um relevante instrumento para a difusão do conhecimento científico. No entanto, são poucos os brasileiros que têm a chance de visitar um lugar como esse. Atualmente, há apenas cerca de 80 deles espalhados pelo país, de acordo com a Associação Brasileira de Planetários (ABP).

Você também tem curiosidade para aprender mais sobre o que é um planetário? Quer saber como funciona e qual a importância dele para a educação? Confira nosso post a seguir!

O que é um planetário?

Para entender a importância desse instrumento no ambiente escolar é necessário saber o que é, de fato, um planetário, certo? Eles são ambientes planejados, com pouca iluminação, com o objetivo de simular o céu estrelado, tanto noturno como diurno. As projeções podem ser feitas a partir de locais de observação e de épocas distintas. Dessa forma, é possível chegar o mais próximo possível da realidade.

A sala de projeção é o ambiente principal de um planetário — é nela que são realizadas as “sessões”, que costumam durar aproximadamente 25 minutos. Durante esse tempo, os visitantes se esquecem que estão dentro de uma sala e têm a sensação de estarem visitando o espaço sideral a bordo de uma grande nave. A imaginação e a curiosidade fluem soltas. Divertido, não?

No Brasil, o primeiro planetário foi inaugurado em 26 de janeiro de 1957, há 61 anos. O Planetário Professor Aristóteles Orsini está localizado no Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo. Apesar dos esforços de alguns para divulgar o conhecimento, os planetários ainda são poucos no país e mal distribuídos. Muitos ainda foram desativados, assim como ocorre com tantos outros espaços criados para a difusão do conhecimento tecnológico e científico no país.

Acredita-se que o primeiro planetário do mundo encontrado foi desenvolvido em 80 a.C. Em maio de 1902, um arqueólogo grego pesquisava um naufrágio próximo à ilha Antikythera, quando encontrou um equipamento misterioso. Várias teorias foram levantadas até que, em 2002, o aparelho voltou a ser estudado em Londres e ficou constatado que se tratava de um planetário.

Como funciona um planetário?

O planetário é, normalmente, um ambiente escuro, com uma cúpula onde são projetadas imagens que simulam o céu com o objetivo de explicar conceitos de astronomia. Esse formato é característico dos planetários, assim como o dos observatórios. Contudo, é importante ressaltar que a cúpula dos planetários não tem abertura para o céu — ou seja, tudo ocorre lá dentro, como uma tela de projeção.

Dessa forma, diferentemente do que ocorre no observatório, a chuva e outros fenômenos da natureza não interferem no funcionamento do planetário, que continua a mostrar uma simulação do céu noturno. Além disso, durante a simulação, o planetário tem a capacidade de agir como uma máquina do tempo. Ele pode atrasar ou, até mesmo, acelerar os ponteiros do relógio. Isso faz com que os minutos, as horas ou os anos passem rapidamente.

Outro ponto interessante para ressaltar é que, durantes as sessões de planetário — com o auxílio da sonorização e dos efeitos especiais —, é possível assistir a movimentos celestes que demoram séculos para acontecer. E tudo acontece ali, em poucos minutos e bem diante dos olhos dos espectadores. Um convite para explorar diferentes conhecimentos.

Qual a importância dele para a educação?

Grande parte dos estudantes brasileiros não consegue compreender o porquê de aprender ciência, geografia, física ou astronomia. Isso se deve, principalmente, pela maneira como essas disciplinas são oferecidas nas escolas. É difícil para um aluno assimilar como ocorrem as estações do ano ou as fases da lua sem que ele possa ver ou tocar.

Para modificar esse quadro, é necessário contextualizar a matéria com o cotidiano dos alunos. Torna-se importante trazer para a realidade dos estudantes algo que parece tão distante da realidade deles. Dessa forma, eles poderão perceber a ciência de uma forma totalmente nova e se interessar mais na busca pelo conhecimento.

Nesse sentido, os ambientes não formais, como o planetário, se tornam ferramentas importantes no contexto pedagógico. Eles proporcionam uma imersão tridimensional e despertam nos visitantes o fascínio pelo universo. Isso os estimula a buscar mais informações sobre o tema, o que produz efeito positivo e significativo na aprendizagem, não há dúvidas.

Os planetários têm como objetivo promover não somente a cultura, mas também o aprendizado e o desenvolvimento de crianças e adolescentes. No entanto, para que ocorra uma abordagem que seja, de fato, educativa, é imprescindível a aproximação dos professores com esse tipo de ferramenta e os usos do planetário na educação. Eles precisam ser melhor treinados e devem estar preparados para responder dúvidas e questionamentos dos alunos.

Como levar o planetário portátil para as escolas?

Recentemente, com o auxílio dos sistemas digitais de projeção para cúpulas hemisféricas, o conceito de planetário foi ampliado e desenvolvido para um espaço de projeções multidisciplinares imersivas.

Nesse contexto, os planetários digitais podem ser considerados e denominados cinemas de imersão digital, pois possibilitam a realização de espetáculos de qualquer espécie — desde a exibição de apresentações multimídias até as aulas, em geral. Tudo isso dentro da escola.

Dessa forma, nesses planetários podem ou não ocorrer experiências com enfoque na astronomia, o que permite que ele seja usado para o estudo de outros temas também como, por exemplo, o meio ambiente e o corpo humano.

Como o planetário pode auxiliar no ensino?

Explicar para os estudantes sobre os movimentos de rotação e translação da terra, a composição do sistema solar, os eclipses, as marés, por que temos fuso horário pode ser uma tarefa desafiadora para os educadores. Isso porque esses fenômenos não podem ser vistos nem tocados pelas crianças em muitos dos casos. E isso faz com que elas percam o interesse em aprender novas informações.

Mas isso pode ser revertido. Basta trazer para o campo de visão dos estudantes esses fenômenos, ao alcance da mão deles. Ao deslocar um planetário para dentro das escolas, dentro das salas de aula, é possível desenvolver nos alunos o gosto pelo estudo da astronomia. E, quem sabe, descobrir uma nova geração de cientistas. Além disso, a presença dessa ferramenta pode auxiliar no aprendizado de outras disciplinas como ciências, matemática e geografia.

A verdade é que o Brasil ainda não reconhece o real valor desses espaços no processo de aprendizagem dos alunos. Muitos educadores ainda não entendem o que é um planetário e como ele pode ser uma ferramenta didático-pedagógica que percorre as inúmeras áreas do saber humano, e não somente a astronomia. Ele também pode ajudar a preencher lacunas da formação convencional e inspirar os jovens alunos na busca por mais conhecimento.

Se você tem interesse em conhecer um pouco mais sobre os planetários e a importância deles, entre em contato conosco para descobrir esse poderoso instrumento pedagógico.

Conheça as 4 grandes invenções do século XX

Já parou para refletir sobre o que seria de nós sem as grandes invenções, seja dos nossos antepassados ou dos nossos contemporâneos? Afinal de contas, muitas delas são essenciais em nossas rotinas pessoal e profissional, não é mesmo?

Criações como computador, celular, internet e medicamentos mudaram e moldaram toda a forma como a sociedade, como a conhecemos hoje, se estabeleceu.

Tem curiosidade de saber como aconteceram algumas das maiores invenções do século XX? Continue acompanhando o post!

1. Antibiótico

O advento dos antibióticos representou um marco não somente na área de Ciências, mas em várias outras esferas. A partir disso, importantes avanços, como o aumento na expectativa de vida, aconteceram.

Tudo começou com a descoberta do primeiro antibiótico, a penicilina, pelo médico Alexander Fleming, no ano de 1928.

Após a descoberta da penicilina, esse medicamento passou a ser produzido e distribuído em grandes quantidades, o que revolucionou toda a medicina, possibilitando a cura de muitas pessoas que sofriam com doenças infecciosas de origem bacteriana. A partir de então, foram criados novos medicamentos e diversas formas de tratamento de doenças.

2. Celular

Mal conseguimos pensar no mundo atual sem a presença do celular, equipamento que tem se desenvolvido tanto e tão rapidamente.

Quem vê os celulares atuais, tão leves e fáceis de serem transportados, mal pode imaginar que o primeiro aparelho celular, desenvolvido pela marca Ericsson no ano de 1956, pesava uma média de 40 kg!

Tanto o peso quanto os altos custos de produção dificultaram a popularização do aparelho na época. Duas décadas depois, em 1973, a marca Motorola lançou um aparelho que seria mais acessível ― ele pesava cerca de um 1 kg e media cerca de 25 cm de comprimento e 27 cm de largura.

Das chamadas móveis, passando pelos SMSs e tantos outros recursos, atualmente os celulares, também chamados de smartphones a depender do aparelho, têm tantas funções praticamente indispensáveis ao nosso dia a dia.

Chats nos quais diversas questões profissionais e pessoais são tratadas com agilidade ― com pessoas que podem estar em qualquer lugar do mundo ―, agendas interativas e aplicativos que auxiliam na gestão de empresas são apenas alguns dos exemplos.

3. Computador

Mais uma das grandes invenções tecnológicas do século XX, o computador, hoje também disponível em formato portátil, na ocasião de sua criação, em 1946, pesava uma média de 30 toneladas e ocupava uma área de 270 m²!

O primeiro computador foi criado pelos cientistas estadunidenses John Presper Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company.

Já os microcomputadores, como os conhecemos hoje, foram popularizados na década de 1980, com os produtos da Apple, idealizados por Steve Jobs.

É até difícil imaginarmos como a evolução tecnológica possibilitou que hoje possamos transportar notebooks e tablets que cabem nas palmas de nossas mãos. Ainda, que a partir deles possamos ligar e trabalhar com outros dispositivos mais robustos, como robôs e grandes aparelhos audiovisuais.

4. Internet

Por último, mas não menos importante, vamos falar sobre a Internet. De uma forma muito próxima, a Internet está ligada a duas outras grandes invenções que mencionamos neste post. Afinal de contas, computadores e smartphones e Internet são praticamente indissociáveis.

A Internet é originária do projeto Arpanet, desenvolvido pelo Governo dos Estados Unidos, mais especificamente pelo Departamento de Defesa do país, durante a Guerra Fria com a União Soviética.

A Guerra Fria, como sabemos, ficou marcada por disputas cujo viés era tecnológico: o que esses países produziam em termos de tecnologia que os colocavam à frente uns dos outros?

É aí que entra a Internet, inicialmente pensada como um sistema de transmissão de dados, criado de tal forma que esses tantos dados pudessem ficar protegidos.

Com o fim dessa guerra, estudantes universitários se debruçaram sobre essa tecnologia para aperfeiçoá-la. A popularização dessa rede começaria a acontecer a partir do ano de 1992.

Ainda não sabemos o que está por vir, mas hoje podemos dizer que a Internet é, seguramente, o meio de comunicação mais universal existente.

Gostou deste post e de saber sobre algumas das grandes invenções do século XX? Ainda falando sobre tecnologia de ponta e descobertas, que tal entrar em contato conosco e ver o que o nosso planetário tem a oferecer?

4 formas de ensinar os alunos sobre os planetas do sistema solar

Em tempos em que a dinâmica do aprendizado tem se reinventado constantemente, é fundamental que as instituições de ensino pensem em formas criativas e eficientes de transmitir conhecimentos.

Você, profissional da área de educação, profundamente envolvido nesse universo, certamente nota o comportamento dos alunos dessa geração que estão mais dinâmicos e comunicativos. Sendo assim, práticas de ensino que não consideram essas características podem se tornar defasadas.

Agora, vamos pensar no ensino de Ciências, mais especificamente dos planetas do sistema solar: por conta de todas essas mudanças que mencionamos, restringir-se apenas à leitura de textos sobre o tema pode não ser a melhor maneira de despertar o interesse dos educandos. É necessário também contextualizar a matéria com o cotidiano deles.

Quer saber 4 formas de ensinar os planetas do sistema solar de maneira atrativa aos seus alunos? Continue a leitura deste post para conferir!

1. Pesquisas na sala de informática

O ensino dos planetas do sistema solar é algo extremamente relevante. No entanto, é preciso primeiramente despertar o interesse dos alunos para que o aprendizado se dê de maneira mais eficiente.

Isso pode ser feito por meio de uma série de ações, a começar por uma introdução sobre o tema em sala de aula, falando brevemente sobre os 8 planetas do sistema solar. Explicar, ainda, a relação deles com o Sol. Já no laboratório de informática, é interessante dividir os alunos em duplas, trios ou grupos a depender do número de computadores disponível e de alunos da turma.

O Portal do Professor, por exemplo, disponibiliza um recurso interessante para estudo do sistema solar. Além de possibilitar um passeio ao longo desse sistema, a ferramenta apresenta diversos conceitos e comparações entre os planetas. Para usar o recurso, o Shockwave Flash deve estar habilitado nos computadores.

2. Leitura e produção de textos sobre planetas do sistema solar

Após as pesquisas iniciais realizadas no laboratório de informática, é chegado o momento de aprofundar mais sobre o tema. Mantendo a disposição feita anteriormente, solicite aos alunos que continuem as pesquisas, dessa vez de modo mais específico. Peça para que cada divisão busque por um planeta diferente, por exemplo.

A busca deve contemplar tipos de órbitas, duração dos movimentos ― rotação e translação ―, satélites e equipamentos lançados da Terra para esses planetas. Ao final, os alunos devem fazer uma breve apresentação dos resultados encontrados para os colegas.

3. Confecção de maquetes

Essa é a hora de “colocar a mão na massa”, sendo o momento geralmente mais aguardado pelos alunos. Afinal, é tão recompensador e divertido produzir algo e visualizar o resultado do trabalho que realiza, não é mesmo? Aqui, a ciência se une à educação artística para promover um espaço de integração e construção de saberes.

Os alunos tanto podem produzir as maquetes em suas casas quanto em sala de aula. No segundo caso, é preciso verificar o que a instituição pode disponibilizar de material e o que será necessário que os próprios alunos levem: isopor, tinta, pincel, cola e palitos são alguns dos materiais essenciais.

Por meio da confecção de maquetes, é possível trabalhar, entre outros pontos, com as cores, formas e dimensões (escala).

4. Visita a planetários

Se o momento anterior foi o de colocar as mãos na maquete, neste, os alunos colocarão os olhos no céu de um modo diferente. Para isso, um planetário se faz necessário. 

O planetário é um ambiente cuidadosamente planejado para simular, com a maior verossimilhança possível, o céu noturno e diurno, levando em conta diferentes épocas e locais de observação. A sala de projeção é o local principal de um planetário. Nela são realizadas as “sessões de planetário”, que duram cerca de 25 minutos.

Além de se configurarem como importantes ferramentas didático-pedagógicas, as sessões são muito divertidas para os alunos, já que toda essa interatividade acaba por promover uma sensação de imersão no espaço sideral.

Viu só como o ensino de planetas do sistema solar integra uma série de tópicos de várias áreas do conhecimento?

Se você gostou de saber mais sobre a importância do ensino de planetas do sistema solar e como fazê-lo com sucesso, entre em contato conosco. Podemos te ajudar nessa missão especial!

Entenda por que é importante falar sobre carnaval na escola

Alguns dizem que o novo ano só inicia depois do carnaval. Outros não gostam das festividades e não veem a hora de o período passar… Mas, independentemente de gostos pessoais, o fato é que essa data faz parte das tradições brasileiras e isso justifica a presença do carnaval na escola.

Mais do que uma festa, ele é um evento cultural e pode ser explorado pelos professores para promover aprendizagens importantes com os alunos. Neste post, nós damos algumas ideias de como fazer isso. Aproveite!

Por que abordar o carnaval na escola?

A função da escola é compartilhar com as novas gerações os conhecimentos que a humanidade produziu em sua história. A apreensão dos aspectos culturais de um povo é uma das aprendizagens mais significativas que os alunos podem ter.

Assim, a escola não pode ignorar a cultura por trás do carnaval. As diversas regiões do país têm formas diferentes de celebrar essa data e tudo isso pode ser explorado nas aulas de história, geografia, artes e muitas outras.

Além disso, festejar o carnaval na escola promove interação, alegria e resgate das manifestações culturais. O modo como a instituição aborda esse tema pode ser, inclusive, um atrativo para os pais que se interessam em saber como a escola se integra à realidade dos alunos.

Quais atividades realizar?

Engana-se quem pensa que o carnaval na escola só se traduz em forma de festa. Essa data pode agregar diversas aprendizagens. Basta que os professores exercitem a criatividade. Veja algumas ideias:

Rodas de conversa

Uma forma de introduzir o assunto nas aulas é escutar os alunos sobre as suas experiências com o carnaval. Com certeza todos vão ter o que falar sobre as tradições ou hábitos da família durante a festa. Nessa atividade, o professor faz um diagnóstico do que a turma já sabe sobre o assunto e pode planejar aulas que aprofundem os conhecimentos.

Pesquisas sobre as diferenças culturais

Um campo de estudo muito interessante que o carnaval abre é o da diversidade cultural. Nessa época do ano, existem os desfiles das escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas também os blocos de rua em Recife e manifestações diferentes em todo o país. Os alunos aprenderão muito sobre as culturas das regiões brasileiras.

Estudos sobre os ritmos do carnaval

Com a audiência em torno das festas no eixo Rio-São Paulo, muitas pessoas não sabem que o carnaval envolve outros ritmos além do samba. O frevo, por exemplo, embala as comemorações na região nordestina e é considerado patrimônio imaterial da humanidade.

Os professores podem ampliar esse tema, propondo o estudo dos ritmos, das músicas e dos instrumentos musicais. E esse assunto não precisa se limitar às aulas de música ou artes. Os professores de história e língua portuguesa podem explorar as letras de marchinhas e sambas-enredos com a sua turma.

Discussões políticas

Você sabia que também é possível estimular a consciência política e a criticidade dos alunos abordando o carnaval na escola? Os professores podem discutir, por exemplo, as festas públicas organizadas por prefeitos e governadores.

Nos últimos anos, algumas prefeituras cancelaram esse patrocínio devido a problemas econômicos e sociais. Esse é um ótimo tema para discutir política e atualidades em sala de aula.

Atividades artísticas

O carnaval também traz uma série de possibilidades para as aulas de artes. A ludicidade é uma ótima maneira de promover aprendizagem — e isso o carnaval tem de sobra. O professor pode propor a confecção de máscaras, fantasias, instrumentos musicais e adereços. Além disso, esse tema pode ser vivenciado em brincadeiras de faz de conta com crianças.

Festa de carnaval

Por fim, é claro que o tema deve culminar em uma bela festa! Promovendo um baile no modelo tradicional, a escola está proporcionando um espaço saudável em que os alunos podem vivenciar a cultura e a alegria do verdadeiro carnaval.

Essas foram algumas ideias para abordar o tema carnaval na escola. Realizando essas ações, a escola cumpre seu papel na perpetuação da cultura brasileira. Essa é uma função importantíssima, principalmente quando consideramos que muitas comemorações estão esvaziadas de seus aspectos culturais.

Que tal acompanhar tudo que publicamos? Curta nossa página no Facebook!

Recreação na escola: 3 ideais para aprender brincando

Tocar, desmontar, usar os sentidos para conhecer as coisas, enfim… crianças descobrem o mundo brincando. E, se elas são estimuladas por brinquedos e brincadeiras, por que não utilizar-se da recreação na escola para fazer da sala de aula um ambiente divertido, onde as atividades lúdicas ajudem no desenvolvimento físico e cognitivo?

É inegável que o comportamento dos alunos mudou significativamente nas últimas décadas. Hoje eles são mais interativos, conectados e rápidos, mas será que o modo de se ensinar avançou na mesma velocidade?

A cada dia, captar a atenção de alunos, em especial das crianças, se tornou um tarefa bastante complicada, certo?

Para te ajudar com isso, neste post, vamos abordar a importância da recreação na escola e indicar três ideias fantásticas para ensinar brincando e fazer com que os alunos se interessem mais pelas aulas. Confira!

1 – Todo mundo gosta de música

As crianças adoram quando trabalhamos com música. Além de deixar a sala de aula mais aconchegante, o som estimula o desenvolvimento e é possível trabalhar diversas disciplinas usando canções, sons e barulhos.

É possível, por exemplo, ensinar história analisando letras de música que remetam a algum fato ocorrido; regras da língua portuguesa também ficam bem mais fáceis de aprender quando utilizamos músicas e expressões poéticas; identificar os animais pelos sons que eles produzem também é uma forma bastante divertida de aprender sobre a fauna.

Caso o objetivo seja mexer o esqueleto da garotada, a música também é uma boa ferramenta. Há diversas canções produzidas exclusivamente para crianças conhecerem o próprio corpo, estimular os movimentos e interagir com os colegas de sala. O que não falta são opções.

2 – Ciência também se aprende brincando

Por mais curiosas que as crianças sejam, nem todo conteúdo dentro das disciplinas de ciências despertam a atenção delas. Em muitos casos, o assunto é tão distante da realidade daqueles alunos que, em vez de interessados, perdem completamente o gosto pela disciplina.

Dentre as diversas formas de ensinar ciências brincando, podemos destacar o Bingo das Ervilhas. O jogo é usado para explicar as leis de Mendel, trazendo de maneira criativa alguns conceitos básicos da genética.

Basicamente funciona assim: o professor recorta todos os possíveis genótipos e realiza um sorteio. Os alunos recebem as cartelas e fazem o cruzamento de acordo com os genótipos sorteados, caso eles estejam presentes em sua cartela.

3 – O universo dentro da sala de aula

Que tal levar o universo para dentro da sala de aula? É sabido entre professores e educadores que o estudo dos planetas, e em especial a geografia da terra, é um dos temas que mais chamam a atenção dos alunos. Então por que não tornar esse momento ainda mais divertido?

Estudar a geografia e a localização dos países fica muito mais lúdico com a presença de um globo. Existem diversos formatos que facilitam o aprendizado. Escolha um que atenda sua demanda e use a criatividade.

Um planetário dentro da sala também é algo que deixa os alunos bastante animados. Aprender sobre o céu, os astros e planetas com interatividade é algo bastante prazerosos para os estudantes, que veem esses assuntos como algo muito distante de nós.

E aí, está convencido de que levar opções de recreação na escola e ensinar brincando é muito mais divertido e eficiente?

Então, entre em contato com a gente e descubra um universo de possibilidades para tonar suas aulas um show de participação e aprendizado.