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Educação inclusiva: saiba o que é e como fortalecê-la em sala!

Se você está buscando formas de diferenciar a atuação de sua escola e tem enfrentado desafios quando o assunto é educação inclusiva, é hora de entender melhor como funciona essa proposta a fim de fortalecê-la em sala.

Hoje os desafios da educação são muitos e, a cada dia, novas questões surgem e o ensino nem sempre consegue acompanhar o ritmo dessas mudanças.

Prossiga com a leitura para entender melhor o que é a educação inclusiva e como aplicá-la no âmbito escolar.

Fortalecendo a inclusão dentro da sala de aula

Primeiramente, é preciso entender que a educação inclusiva se diferencia da educação especial, esta voltada exclusivamente para pessoas com deficiência.

O propósito de incluir é justamente permitir e incentivar que estudantes em diferentes condições físicas e cognitivas possam interagir e aprender um com o outro. O material disponível em sala de aula e o corpo docente também devem estar preparados para isso.

Alguns aspectos práticos que perpassam a prática da educação inclusiva se referem a:

  • disponibilidade de materiais diferenciados, como cadeiras e quadro negro mais baixos, adaptador de lápis, tapete eva para proteger de quedas, etc;
  • presença de auxiliar pedagógico, a fim de assistir as crianças com maior dificuldade de aprendizado para que possam acompanhar o ritmo da sala;
  • permitir e incentivar que as crianças sentem em mesas e cadeiras duplas, com o objetivo de se ajudarem e criarem um clima de aceitação e colaboração mutuamente;
  • jamais discriminar os estudantes com deficiência em qualquer atividade.

Esses são apenas alguns pontos básicos que, a depender do caso, podem também ser estendidos para os momentos de atividade física e recreio. Apenas cuide para que a interação seja uma regra e, assim, a inclusão de fato aconteça.

Falando sobre a formação dos professores

Bom, é de se imaginar que, para promover a educação inclusiva em sala de aula e demais espaços nos quais haja a presença do professor, é necessário antes preparar o profissional para cumprir tal objetivo, não é mesmo?

O que não faltam hoje são livros, tanto de pesquisadores nacionais quanto internacionais, além de cursos de especialização, workshops e outras formas de conhecimento dedicadas a essa temática.

É muito importante que os docentes não ajam apenas por intuição ao lidarem com um ambiente diverso. Eles devem, de fato, ter amparo técnico e teórico para bem acompanharem os alunos. Não abra mão de buscar essa formação para ser aplicada em sua escola.

Criando uma rede de apoio e adaptações necessárias

Além do profissional que dará assistência ao professor, para implementar a educação inclusiva é preciso construir uma rede de apoio que vá além dos limites da sala de aula. A presença de um psicopedagogo e de um terapeuta ocupacional na escola pode ser extremamente útil. Afinal, tais profissionais representam um auxílio especializado com capacidade para atender os estudantes que necessitam de apoio.

Considere ainda adequações necessárias para receber os alunos, como rampas de acesso, banheiros adaptados e os próprios materiais de que falávamos no tópico sobre como fortalecer a inclusão em sala de aula.

Atentando-se a todas as questões que expusemos nesse post, será possível promover a inserção das pessoas com deficiência em um ambiente de ensino positivo e saudável.

Se gostou de saber mais sobre educação inclusiva, aproveite para compartilhar esse conteúdo nas redes sociais e fazer com que mais gestores tomem consciência sobre tão importante assunto.

Tecnologia no ensino: conheça 4 tipos para usar nas escolas

Sabemos que ainda há quem resista ao uso de dispositivos tecnológicos no ambiente educacional, mas a verdade é que eles podem contribuir muito no processo de aprendizado. Assim, compreender como a tecnologia no ensino pode ser benéfica é essencial para utilizar os recursos disponíveis de maneira proveitosa.

Dessa forma, ter o equilíbrio para agir eficazmente e fazer o melhor com o que a tecnologia tem a oferecer é uma estratégia e tanto para os gestores acadêmicos. Por isso, se você quer conhecer algumas formas de realizar isso em sua escola, continue a leitura e aprenda com as informações a seguir.

1. Jogos

Já existem artigos científicos e estudos diversos demonstrando os aspectos benéficos dos jogos na vida das crianças e dos adolescentes, algo que contraria notícias sensacionalistas de que os games apenas alienam nossos jovens.

Quando usados com um propósito educacional, eles se tornam ainda mais potentes no processo pedagógico. Afinal, esse recurso tecnológico pode estimular o uso da criatividade para a resolução de problemas, o foco no objetivo estipulado pelo jogo e até mesmo o trabalho em dupla ou equipe, para passar de fase, por exemplo.

O jogo Minecraft, grande sucesso entre o público infanto-juvenil, é um dos exemplos de como partir de uma estrutura virtual para fazer algo propositivo.

2. Aplicativos

São muitos os aplicativos de celular que vão além do mero chat e das redes sociais. Existem apps com finalidade esportiva, por exemplo, demonstrando quantos quilômetros uma pessoa correu e qual seu desempenho naquela atividade.

Em termos educacionais, já existem aplicativos como o RescueTime, que demonstra quanto tempo a pessoa ficou em uma rede social, fazendo-a refletir sobre como tem administrado seus afazeres.

Outros como o Audible, que permite a escuta de audiobooks (leitura de livros para se ouvir), são uma excelente forma de aplicação no ambiente escolar.

Mesmo os apps mais usuais como o WhatsApp podem ser usados beneficamente, se tiverem o propósito de promover o diálogo e o debate de ideias. Tudo depende do uso, não só do dispositivo. Pense nisso!

3. Vídeo

Uma tecnologia que já está entre nós há mais tempo e continua no topo desse desenvolvimento é o vídeo. Basta pensar em como as plataformas digitais como o YouTube, o Vimeo e os serviços pagos no estilo Netflix fazem sucesso.

Assim, entender o forte apelo audiovisual contemporâneo é essencial para desenvolver aulas que realmente envolvam os alunos, agregando algum valor.

Algumas maneiras de fazer isso são:

  • aproveitar o sucesso de filmes atuais, que debatem temas socialmente relevantes, para fazer uma exibição e construir um diálogo com alunos;
  • valer-se de videoclipes, produções musicais que também possam, de alguma forma, conectar o conteúdo da aula com esses trabalhos;
  • incentivar a produção de vídeos, mesmo que feitos no celular e editados de forma simples, como maneira de engajar os alunos nas atividades;
  • realizar uma exibição dos materiais audiovisuais dos alunos, promovendo o protagonismo de suas criações e gerando um ambiente escolar positivo.

Existem ainda outras ideias que você pode desenvolver. O interesse no material audiovisual é crescente na sociedade atual, tire proveito disso e vá mais longe com o seu projeto pedagógico.

4. Projeção 3D

A projeção 3D é uma tecnologia desenvolvida na Índia e que é muito útil para demonstrar estruturas em largura, altura e profundidade. As aulas de biologia, por exemplo, podem ficar bem mais interessantes e fáceis de entender quando é possível representar uma molécula em grande escala, ultrapassando os limites do quadro negro.

Outra forma interessantíssima de levar o mundo científico para perto das crianças e adolescentes é por meio de uma estrutura conhecida como Planetário.

Ele funciona assim: os estudantes entram em uma abóboda na qual são projetados os astros e, assim, é possível ter uma experiência sensorial que potencializa o processo didático. Certamente, essa é uma excelente forma de levar um diferencial à sua escola.

Conforme vimos, existem muitas maneiras de utilizar a tecnologia no ensino para alcançar excelentes resultados no ambiente escolar. Por isso, aproveite bem as informações dadas neste post para ir mais longe com a sua turma.

Se você gostou de saber as principais formas de utilizar a tecnologia no ensino, entre em contato conosco para conhecer as soluções que temos para a sua instituição.

4 dicas de pedagogia escolar para aplicar

Os conhecimentos da pedagogia escolar se aplicam a todas as funções exercidas na escola. Ou seja, não é um aspecto relevante apenas para quem está atuando como professor. Apesar de as teorias pedagógicas implicarem diretamente na prática de ensino em sala de aula, elas também fazem parte do dia a dia de outros profissionais, como o coordenador.

As funções do gestor são amplas e envolvem desde aspectos administrativos até o acompanhamento pedagógico dos alunos e a capacitação de professores. Assim, as competências adquiridas na pedagogia orientam esse trabalho.

Quer saber como isso acontece? Conheça 4 dicas que podem ser aplicadas na coordenação!

1. Estar antenado aos métodos de ensino

Quem ocupa um cargo de gestão na escola não pode estar desligado das atividades de aprendizagem. Ao contrário, o coordenador precisa se manter atualizado sobre as metodologias e as possibilidades de ensino. Afinal, ele é um dos responsáveis por trazer novidades para a instituição.

Ser um coordenador implica organizar os processos da escola e garantir a qualidade pedagógica. Por isso, ele precisa a todo o momento usar seus conhecimentos sobre pedagogia escolar. Esse aspecto é essencial no seu papel de articular o projeto pedagógico e a comunidade da escola — professores, alunos e famílias.

2. Inovar em processos educacionais

Além de conhecer os diversos métodos de ensino, o coordenador precisa acompanhar de perto as tendências da área. Muitas vezes, os professores têm dificuldade para inovar em suas rotinas. Com isso, a mediação de quem exerce a coordenação é um dos caminhos para atualizar as práticas da escola e tornar a aprendizagem mais interessante.

A pedagogia está sempre sendo renovada. Constantemente surgem novas pesquisas que desenvolvem estratégias e dinâmicas de ensino diferentes. O uso da tecnologia é um grande exemplo de possibilidades de inovação para as práticas pedagógicas. Para saber utilizar isso a seu favor, o coordenador deve se manter em contato com os estudos na área da educação.

3. Valorizar a prática dos professores

A experiência e o conhecimento da pedagogia escolar permitem que a coordenação tenha uma visão mais próxima do corpo docente. Um coordenador que já tenha sido professor costuma compreender melhor a vivência dos profissionais da escola e valorizar a atuação deles.

Da mesma forma, os professores têm mais confiança em um profissional que já passou pela mesma função e entende os desafios enfrentados. Para mediar as competências e dificuldades da profissão, nada melhor que um coordenador que tenha vivenciado isso, não é mesmo? Sentimentos de colaboração e respeito facilitam o trabalho e a convivência do grupo.

4. Conhecer os alunos

Outra dica de pedagogia escolar que pode ser aplicada pelo coordenador é a de conhecer o corpo discente. Saber quem são os alunos, como eles se relacionam e como aprendem é um dos caminhos para exercer bem a coordenação e melhorar os resultados do ensino.

Ao estudar pedagogia, aprende-se a avaliar e acompanhar a aprendizagem dos alunos. Essa tarefa não está limitada à função de professor. Ao contrário, todos da escola precisam se envolver nesse trabalho. É muito útil retomar esse conhecimento ao exercer um cargo administrativo na instituição.

Percebeu como os saberes da pedagogia escolar são importantes em todos os setores da escola? O coordenador precisa dominar esses conhecimentos para oferecer o suporte adequado à prática dos professores. Assim, fica mais fácil exercer sua função de acompanhamento e formação continuada dos docentes.

Você quer saber mais sobre a função de gestor educacional? Leia o post que escrevemos sobre como desenvolver um plano de gestão escolar na sua escola!

Conheça as 4 grandes invenções do século XX

Já parou para refletir sobre o que seria de nós sem as grandes invenções, seja dos nossos antepassados ou dos nossos contemporâneos? Afinal de contas, muitas delas são essenciais em nossas rotinas pessoal e profissional, não é mesmo?

Criações como computador, celular, internet e medicamentos mudaram e moldaram toda a forma como a sociedade, como a conhecemos hoje, se estabeleceu.

Tem curiosidade de saber como aconteceram algumas das maiores invenções do século XX? Continue acompanhando o post!

1. Antibiótico

O advento dos antibióticos representou um marco não somente na área de Ciências, mas em várias outras esferas. A partir disso, importantes avanços, como o aumento na expectativa de vida, aconteceram.

Tudo começou com a descoberta do primeiro antibiótico, a penicilina, pelo médico Alexander Fleming, no ano de 1928.

Após a descoberta da penicilina, esse medicamento passou a ser produzido e distribuído em grandes quantidades, o que revolucionou toda a medicina, possibilitando a cura de muitas pessoas que sofriam com doenças infecciosas de origem bacteriana. A partir de então, foram criados novos medicamentos e diversas formas de tratamento de doenças.

2. Celular

Mal conseguimos pensar no mundo atual sem a presença do celular, equipamento que tem se desenvolvido tanto e tão rapidamente.

Quem vê os celulares atuais, tão leves e fáceis de serem transportados, mal pode imaginar que o primeiro aparelho celular, desenvolvido pela marca Ericsson no ano de 1956, pesava uma média de 40 kg!

Tanto o peso quanto os altos custos de produção dificultaram a popularização do aparelho na época. Duas décadas depois, em 1973, a marca Motorola lançou um aparelho que seria mais acessível ― ele pesava cerca de um 1 kg e media cerca de 25 cm de comprimento e 27 cm de largura.

Das chamadas móveis, passando pelos SMSs e tantos outros recursos, atualmente os celulares, também chamados de smartphones a depender do aparelho, têm tantas funções praticamente indispensáveis ao nosso dia a dia.

Chats nos quais diversas questões profissionais e pessoais são tratadas com agilidade ― com pessoas que podem estar em qualquer lugar do mundo ―, agendas interativas e aplicativos que auxiliam na gestão de empresas são apenas alguns dos exemplos.

3. Computador

Mais uma das grandes invenções tecnológicas do século XX, o computador, hoje também disponível em formato portátil, na ocasião de sua criação, em 1946, pesava uma média de 30 toneladas e ocupava uma área de 270 m²!

O primeiro computador foi criado pelos cientistas estadunidenses John Presper Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company.

Já os microcomputadores, como os conhecemos hoje, foram popularizados na década de 1980, com os produtos da Apple, idealizados por Steve Jobs.

É até difícil imaginarmos como a evolução tecnológica possibilitou que hoje possamos transportar notebooks e tablets que cabem nas palmas de nossas mãos. Ainda, que a partir deles possamos ligar e trabalhar com outros dispositivos mais robustos, como robôs e grandes aparelhos audiovisuais.

4. Internet

Por último, mas não menos importante, vamos falar sobre a Internet. De uma forma muito próxima, a Internet está ligada a duas outras grandes invenções que mencionamos neste post. Afinal de contas, computadores e smartphones e Internet são praticamente indissociáveis.

A Internet é originária do projeto Arpanet, desenvolvido pelo Governo dos Estados Unidos, mais especificamente pelo Departamento de Defesa do país, durante a Guerra Fria com a União Soviética.

A Guerra Fria, como sabemos, ficou marcada por disputas cujo viés era tecnológico: o que esses países produziam em termos de tecnologia que os colocavam à frente uns dos outros?

É aí que entra a Internet, inicialmente pensada como um sistema de transmissão de dados, criado de tal forma que esses tantos dados pudessem ficar protegidos.

Com o fim dessa guerra, estudantes universitários se debruçaram sobre essa tecnologia para aperfeiçoá-la. A popularização dessa rede começaria a acontecer a partir do ano de 1992.

Ainda não sabemos o que está por vir, mas hoje podemos dizer que a Internet é, seguramente, o meio de comunicação mais universal existente.

Gostou deste post e de saber sobre algumas das grandes invenções do século XX? Ainda falando sobre tecnologia de ponta e descobertas, que tal entrar em contato conosco e ver o que o nosso planetário tem a oferecer?

Qual o melhor jeito de ensinar astronomia para crianças?

A astronomia sempre foi um assunto fascinante, não é? Desde a Antiguidade, essa ciência mexe com o imaginário das pessoas. Para se ter uma ideia, nos documentos escritos mais antigos da humanidade, bem como em pinturas rupestres, já é possível perceber interesse por esse conhecimento.

O que significam aqueles pontos brilhantes no céu? Quais são os tamanhos dos planetas e do que são compostos? A evolução tecnológica possibilitou que perguntas como essas fossem respondidas ― e atualmente busca responder outras.

Nesse contexto, ensinar astronomia para crianças pode ser uma ótima maneira de instigar o imaginário delas e desenvolver diferentes habilidades. No entanto, é importante que alguns pontos sejam levados em conta, parao que o aprendizado seja mais proveitoso. Continue acompanhando para ver algumas dicas de como fazer isso!

Considere a faixa etária ao ensinar astronomia para crianças

O objetivo é que a curiosidade despertada pela astronomia nas crianças permaneça no momento de ensinar a elas sobre essa ciência. Pensando nisso, é importante que as idades dos alunos sejam levadas em conta para que as experiências sejam mais positivas.

De pouco adiantará propor uma atividade a princípio superinteressante com um conteúdo fora da capacidade de assimilação deles, devido à faixa etária. Sendo assim, além de pensar na atividade isoladamente, pense também no contexto no qual ela será inserida.

Na Educação Infantil, por exemplo, pode-se abordar o aprendizado mais superficial sobre o Sistema Solar e a Lua.

Durante o Ensino Fundamental, alguns temas interessantes que podem ser trabalhados são: distâncias entre planetas, pontos cardeais, divisão do tempo como a conhecemos, fontes de energia, eclipses, estações do ano e força gravitacional.

Explore o caráter interdisciplinar da astronomia

Devemos pensar que a astronomia não é algo isolado. Muito pelo contrário: não somente nas nossas ações do dia a dia como nos conteúdos das disciplinas ofertadas em sala de aula, a astronomia tem presença garantida.

Diversas matérias como Física, Matemática, Química, Biologia, História, Geografia e Literatura podem ser abarcadas pelos ensinamentos da astronomia. Ou seja, praticamente todas as áreas, não é?

Realize atividades interativas

Como muitos dos tópicos estudados pela astronomia não são elementos tangíveis, é extremamente importante encontrar formas de cativar os alunos, aproximando-os dessa ciência e tornando-a, como um todo, palpável, próxima do aluno.

Sendo assim, ao ensinar astronomia para crianças, priorize a aquisição de saberes por meio da estimulação da criatividade e do lúdico, de modo a tornar essa conexão forte.

Pensando novamente na questão da faixa etária, vamos imaginar algumas atividades que poderiam ser realizadas?

Para crianças na Educação Infantil, que tal fazer uso de desenhos, pinturas, com bastante cores e tintas? Já no Ensino Fundamental, recomenda-se a confecção de maquetes e realização de exposições, como feiras de ciências.

Abuse do uso da tecnologia

Falamos sobre interatividade e, se tem algo que em qualquer idade estimula esse ponto, é a tecnologia. Por que, então, não fazer uso desse importante recurso ao ensinar astronomia para crianças?

Os filmes, por exemplo, são uma ótima pedida. Com o advento do YouTube, o acesso a filmes de curta e longa-metragem que tratam sobre o tema tornou-se mais fácil. Um exemplo é o da série Cosmos: uma odisseia no espaço-tempo, documentário apresentado pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, que usa uma linguagem de fácil entendimento e que aguça a curiosidade.

Pensando em recursos tecnológicos ainda mais avançados, que tal oferecer sessões de planetário? Elas possibilitam atividades para crianças de diversas idades. A experiência do planetário permite uma visualização nítida das galáxias, dos planetas e de diversos outros elementos. Certamente, as crianças saem de uma sessão com novas percepções sobre o planeta em que vivemos e o universo como um todo.

Essas ações estão intimamente ligadas à importância de aproximar as crianças da astronomia e fazê-las visualizar a ciência como algo que está perto delas. Fazer com que elas, ao olhar para o alto, tenham a percepção de muito do acontece aqui embaixo, na Terra.

Gostou do nosso post sobre o melhor jeito de ensinar astronomia para crianças? Que tal aplicar essas ações em sua escola? Entre em contato conosco. Podemos ajudar nessa incrível viagem ao universo da astronomia com as experiências do nosso planetário!

 

Como ensinar sobre a importância do meio ambiente para crianças?

Aprender a preservar os recursos naturais é uma necessidade que vem se tornando cada vez mais urgente. Ensinar, desde cedo, a importância do meio ambiente para crianças é investir em adultos mais conscientes sobre o tema no futuro. Já que elas absorvem mais o conteúdo por meio da vivência, é fundamental que as aulas de educação ambiental sejam práticas e divertidas.

As crianças poderão aprender sobre a reciclagem, a reutilização de materiais que seriam jogados fora, além de evitar a poluição e a proliferação de doenças resultantes do descarte indevido. Com isso, elas podem aplicar o aprendizado junto com a família e nos seus próprios cotidianos ao longo da vida. A vivência de atividades é a forma mais fácil de ensinar essa lição. Confira três ideias e como realizá-las:

Oficinas de reciclagem

Que tal mostrar como pode ser feito o papel reciclado? Assim, você exalta a importância do meio ambiente, além de explicar a quantidade de tempo que cada material (plástico, metal, vidro, entre outros) leva para se degradar na natureza. Lembrado que você pode ensinar as etapas para os alunos fazerem em casa, com a ajuda dos pais

Para fazer a reciclagem, triture um papel e jogue os pedacinhos em uma bacia. Cubra com água e espere um dia. Depois, coloque a mistura no liquidificador. Acrescente oito colheres de amido de milho e 20 gotas de desinfetante a cada litro de água. Deposite a massa formada em uma bacia com água até a metade e misture. Peneire o material e deixe coberto até o próximo dia. Depois é só prensá-lo com algum objeto pesado. 

Brincadeiras com materiais reciclados

Aprender sobre a importância do meio ambiente também é encontrar meios para reduzir a produção desnecessária de lixo. Para ensinar como reutilizar objetos que seriam descartados, você pode pegar, por exemplo, as garrafas PET. 

É possível fazer diversos tipos de artesanato com esse material. Dá para fazer vasos de flores, porta-canetas, bonecos de personagens, guirlandas de Natal, carrinhos, enfeites de mesa e até mesmo peças de jogos de tabuleiro com as tampinhas enfeitadas. Isso também exercita a imaginação dos alunos e a vontade de reproduzir esse artesanato em casa. 

Plantação de uma horta

Essa é uma maneira incrível de ensinar mais sobre o valor da própria natureza na prática. Se a escola puder ceder um espaço para a plantação de uma horta e pomar, as crianças podem aprender sobre o ciclo das plantas, benefícios de algumas ervas e temperos, além de conceitos biológicos que veem somente nos livros.

A horta poderá ser utilizada por vários professores da escola, o que possibilita que trabalhem conteúdos voltados à prática do plantio. Assim, o conhecimento será vivido e, por isso, assimilado com mais facilidade. Além de aprenderem mais sobre alimentos saudáveis, os estudantes podem levar essa prática para o cotidiano.

A importância do meio ambiente não deve ser vista somente em aulas teóricas e aleatórias ao longo da vida escolar: cuidar da natureza deve ser um ensinamento constante durante a formação do ser humano. O desafio, para muitos professores, é tornar, também, outros conteúdos mais interessantes. Saiba como ensinar Ciências de forma mais lúdica!

Afinal, como estimular a interação entre alunos e a escola?

Saber como estimular a interação entre alunos e a escola é essencial para se criar um ambiente acadêmico mais participativo e exitoso. Em tempos nos quais jogos, aparelhos eletrônicos, como celulares, e a própria internet estão ao alcance constante dos alunos, se torna desafiador mantê-los interessados.

Se você quer saber como superar esses obstáculos e fazer da sua escola um espaço diferenciado para os estudantes, continue lendo e aprenda como fazer isso!

Por que estimular a interação entre alunos e escola?

Conforme adiantávamos na introdução, hoje todo mundo tem um acesso bastante facilitado à informação e distrações diversas por meio da internet. Usando um tablet ou celular, o aluno pode conversar com alguém que está do outro lado do mundo, assistir ao show de sua banda preferida e se entreter de variadas maneiras para além da sala de aula.

Isto exige da escola respostas mais rápidas aos anseios dos estudantes. Para conseguir isso, a instituição precisa ser mais criativa e próxima dos alunos se realmente quiser mudar esse padrão. No tópico a seguir, vamos lhe mostrar como quebrar este paradigma. Confira!

Como tornar os estudantes mais interessados?

Uma queixa muito comum dos alunos, e que muitos de nós pode ter sentido em algum momento quando éramos estudantes primários ou secundários, era de que a escola não nos ouvia, nem se preocupava em compreender os nossos interesses ou, no mínimo, dialogar conosco.

Esse sentimento de frustração pode gerar padrões de rebeldia e apatia, que acabam afetando o desempenho em sala de aula e a própria performance dos professores. Por isso, tenha em mente algumas ações que são capazes de mudar essa realidade:

  • conecte a temática das aulas e das disciplinas a temas atuais para despertar o interesse dos alunos e participação nos debates;
  • diversifique, em uma frequência maior, o formato do ensino — você pode usar filmes, jogos, dinâmicas de grupo e recursos diversos para isso;
  • dê opção aos estudantes e os convoque a construir as aulas junto do professor — essa atitude mostrará comprometimento e dedicação aos anseios dos alunos. Assim, eles mudarão de postura certamente.

Vale lembrar que os resultados não virão da noite para o dia. Por isso, não tenha pressa e vá pouco a pouco se aproximando dos alunos até que a interação entre eles e a escola esteja de fato acontecendo.

Por que os passeios pedagógicos são importantes?

Mesmo com toda a tecnologia disponível no mundo, nada substitui as atividades extraclasse nas quais os estudantes terão contato, de maneira guiada, com museus, parques ecológicos, cinema, atividades culturais e tantas outras possibilidades de expandirem seus horizontes.

Isso porque, nesses locais, além de se sentirem mais livres — já que não estarão confinados em uma sala de aula —, colocarão também em prática o bom convívio fora da escola e o respeito às normas.

Além disso, serão direcionados pelos professores a terem um entendimento maior sobre o que estão vendo e vivenciando, aprendendo como aquilo está conectado com o seu dia a dia e ao que aprendem no ambiente acadêmico.

Se gostou de saber como estimular a interação entre alunos e a escola, mas ainda tem alguma dúvida, deixe seu comentário que será um prazer esclarecê-lo para você.

Confira 3 dicas de como é possível aprender astronomia na escola!

Desde a infância, sentimos a curiosidade de descobrir a origem de todas as coisas. Apesar das mudanças tecnológicas que o mundo teve desde então, isso ainda não mudou para as crianças dos tempos atuais. Aprender astronomia é a melhor forma de entender os fenômenos naturais que nos influencia e que resultaram na evolução da vida no planeta.

Contudo, nem sempre as escolas conseguem passar esse conhecimento de uma forma interessante. A astronomia é um campo rico de possibilidades se aplicado às atividades lúdicas, mas acaba sendo explicado apenas por aulas tradicionais, o que pode diminuir a curiosidade pelo tema.

A boa notícia é que existem várias formas de aprender astronomia de forma divertida! Confira abaixo 3 dicas para aplicar nas aulas:

1. Aprender astronomia por meio de atividades lúdicas

Muito melhor aprender astronomia se puder visualizar os ensinamentos na prática, não é? A ciência também pode ser ensinada de forma lúdica! Que tal organizar uma aula para explicar as dimensões dos tamanhos dos planetas?

Junto aos alunos, você pode montar uma representação do sistema solar com bolas de isopor de tamanhos variados para mostrar o quão pequeno um planeta pode ser em relação ao Sol. Para que a maquete fique mais elaborada, use tinta para colorir e prenda os planetas com pequenas varas de madeira. 

2. Utilize material audiovisual

Se a tecnologia é presente na vida das crianças, faça com que ela seja sua aliada na construção do conhecimento. Se puder reservar um horário no laboratório de informática, faça as crianças acessarem sites em que podem aprender por meio de jogos interativos, como, por exemplo, o Escola Games.

Vídeos também são uma ótima dica para aprender astronomia. Mas nem pensar em produções antigas e monótonas. A série Cosmos, disponível na Netflix, é apresentada pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, e mostra a origem da vida na Terra e no universo de forma interessante e empolgante. Para crianças menores, o canal CHCnaTV, no YouTube, mostra experiências divertidas sobre fenômenos das Ciências, inclusive do espaço. 

3. Leve os alunos para excursões

Aulas de campo são excelentes para mudar a rotina dos alunos e, com isso, fazê-los enxergar o mundo como realmente é. Organize excursões para visitar algum observatório ou planetário na cidade, assim os alunos podem conhecer equipamentos com visão a longa distância e entender como funciona o trabalho científico.

Outra opção é reunir os estudantes para acampar em um lugar com a iluminação mais atenuada (pode ser numa região mais tranquila da cidade ou até mesmo no pátio do próprio colégio), em que seja possível ver as estrelas do céu. Com um telescópio, as crianças podem visualizar os planetas, constelações e atestarem a importância de aprender astronomia.

Aprender astronomia e conhecer os segredos do universo pode ser o início do interesse de muitas crianças pelo mundo científico. É importante que essa curiosidade possa ser sempre alimentada e incentivada. Experiências em sala de aula, projetos na feira de ciências ou até indicações de filmes, funcionam como excelentes ferramentas para aprofundar o conhecimento dos alunos.

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Entenda a importância de aprender brincando no ensino infantil

A infância é a fase em que há o desenvolvimento da cognição infantil de forma prazerosa. Com isso, é fácil perceber a importância de unir a brincadeira ao processo de educação por meio de um ensino lúdico. Assim, a criança pode aprender brincando.

Com uma agenda cada vez mais preenchida, esse momento do lazer acaba sendo esquecido. Porém, é possível aliar a tecnologia e brincadeiras tradicionais para ajudar na aprendizagem sobre meio ambiente, astronomia, cultura, matemática, entre outros. Confira!

A importância de aprender brincando

Ter um momento para a recreação é fundamental para o desenvolvimento criativo. Assim, a interação social, as capacidades criativas e o desenvolvimento emocional ganham espaço.

Além do tempo para aprender inglês, ballet ou aulas de reforço, é fundamental ter o momento para a brincadeira. Por meio dessa atividade, a criança consegue expressar o que sente e usar a imaginação para interpretar o mundo ao seu redor.

A brincadeira estimula o processo de compreensão do ambiente, das pessoas e o autoconhecimento. Apenas citando alguns exemplos de como é possível aprender brincando, pode-se ver os benefícios dessa prática.

Por exemplo, jogos como memória, damas e detetive auxiliam na ampliação da lógica e do raciocínio. Pega-varetas, bambolê e pular corda são ótimas formas para o desenvolvimento motor. Já pique-pega, alerta-cor e queimada potencializam a concepção de equipe.

O desenvolvimento cognitivo infantil

É possível dividir a infância em três fases principais: de 0 a 2, de 2 a 7 e, por fim, de 7 anos em diante. Nesses períodos, é possível avaliar quais brincadeiras são mais propícias para aproveitar o momento de vida da criança.

  • 0 a 2 anos: ocorre a aprendizagem motora e a descoberta dos cinco sentidos. Brincadeiras que utilizem o tato, visão, paladar, olfato e audição são ideais. Devem ser evitados jogos com peças pequenas;
     
  • 2 a 7 anos: a criança consegue entender melhor os símbolos. São ótimas opções utilizar teatrinho com fantoches e contar histórias infantis. Com isso, os pequenos entendem mais sobre a cultura e aprendem conceitos que antes eram abstratos;
     
  • a partir de 7 anos: nessa fase, o entendimento de regras e o conceito de interação social são mais privilegiados. Logo, jogos que estimulem o pensamento estratégico e o trabalho em grupo são indicados.

Com isso, é possível incentivar o conhecimento do meio social, do planeta Terra e também do espaço. Além disso, é ótimo que se permita momentos para as brincadeiras ao ar livre para a exploração do ambiente ao redor.

Formas para estimular o aprendizado com brincadeiras

Uma alternativa divertida para ensinar brincando é apresentar jogos que alertem sobre a necessidade de diminuir a poluição e ensinem sobre a preservação do planeta. Além disso, realizar atividades que eduquem sobre respeito, regras e pensamento crítico é fundamental. 

Outra forma prática e criativa de levar as brincadeiras para as escolas é apresentar, por exemplo, o planetário para os pequenos. Assim, as crianças aprendem sobre astronomia, meio ambiente e ciências de forma divertida.

Podem ser citadas algumas vantagens do aprendizado por meio de brincadeiras. São elas:

  1. combate ao sedentarismo;
  2. estímulo à interação com outras crianças;
  3. respeito ao outro;
  4. desenvolvimento do pensamento estratégico;
  5. estímulo á imaginação e criatividade;
  6. desenvolvimento do autocontrole;
  7. ampliação de habilidades socioemocionais;
  8. consciência corporal: pular, correr, dar as mãos, etc;
  9. criação do senso de persistência;
  10. ensino sobre como lidar com frustrações e perdas.

Com isso, ficam mais claras as formas de estimular a criança para aprender brincando. Essa prática pode ser feita com um simples pique-pega ou até uma atividade mais elaborada, como levar o planetário digital para o ambiente escolar. Se gostou da ideia, não deixe de entrar em contato conosco. Até a próxima!

Aprenda como comemorar a Páscoa na escola!

A páscoa é uma época do ano repleta de simbolismo e significados. Embora seja de origem cristã, essa data exerce grande influência na cultura ocidental como um todo, estando, como consequência, amplamente presente nas escolas.

Por se tratar, de uma celebração cristã, é fundamental abordar esse tema com a sensibilidade que ele merece. Afinal, alunos de diferentes credos convivem entre si no ambiente escolar e é preciso que essas particularidades sejam sempre respeitadas.

Pensando nisso, preparamos este post sobre como comemorar a Páscoa na escola. Quer saber mais? Continue acompanhando para conferir!

Entenda o significado da Páscoa

A Páscoa, para os cristãos, exalta a ressurreição de Jesus Cristo. Essa data comemorativa figura como uma das mais relevantes do Ocidente. A semana anterior à ela é conhecida como Semana Santa, cujo início ocorre no Domingo de Ramos.

A palavra Páscoa tem origem no termo Pesach (palavra em hebraico). Esse termo tem um sentido simbólico de passagem: tanto na cultura judaica quanto na cristã, essa data está relacionada à esperança de uma vida nova.

Você pode estar se perguntando sobre os ovos. Esse representante tão icônico da Páscoa é um simbolismo que advém de algumas culturas e representa, em sua essência, um novo nascimento: a ressurreição.

Conheça valores que podem ser trabalhados com a Páscoa na escola

Com o passar do tempo, a Páscoa acabou ganhando um viés também comercial. No entanto, essa data ainda é cercada de significados importantes, como os ligados ao caráter do indivíduo e que podem ser trabalhados na escola, já que um de seus objetivos primordiais é justamente a formação de cidadãos, não é mesmo?

Essa data representa confraternização e união entre as pessoas. Sendo assim, os conceitos de doação e de partilha podem e devem se fazer presentes nas comemorações da Páscoa, bem como os papéis que a solidariedade e a empatia para com o próximo representam.

Já o simbolismo de renovação inerente à Páscoa possibilita promover uma celebração entre alunos e colaboradores, reassumindo um compromisso de esperança, tão importante nos ciclos pelos quais todos passam na escola.

Saiba como comemorar a Páscoa na escola

Independentemente da abordagem de sua escola, datas como a Páscoa marcam importantes aspectos histórico-culturais da sociedade. Sendo assim, é importante mostrar o significado da data aos alunos, mas, mais do que isso, focar nos ensinamentos obtidos a partir dele.

Por isso, é relevante que um momento como esse seja abordado e celebrado no ambiente escolar com atividades adaptadas de modo que destaquem, sobretudo, os aspectos que abordamos no tópico anterior, partilha, união, confraternização. Dessa forma, respeitam-se as crenças dos alunos, de suas famílias e até mesmo dos colaboradores da escola.

Agora que já mostramos o significado da data e alguns valores importantes atrelados a ela, vamos a algumas maneiras de comemorar a Páscoa na escola:

  • enfeitar cascas vazias de ovos com mensagens e pinturas;

  • escrever bilhetes para os colegas, professores e familiares com mensagens de paz;

  • trabalhar com os símbolos da Páscoa, como o coelho e o ovo, de forma lúdica, por meio de jogos, como os de memória e os quebra-cabeças;

  • contar histórias envolvendo também os elementos característicos da Páscoa, como curiosidades e lendas sobre o coelho da Páscoa e a simbologia dos ovos nessa data;

  • brincar de caça aos ovos de Páscoa. Esses ovos tanto podem ser de chocolate quanto produzidos pelos próprios alunos em sala de aula, a partir de materiais diversos ou das próprias cascas de ovos enfeitadas que mencionamos anteriormente;

  • realizar campanhas de arrecadação de ovos de Páscoa para doação a pessoas carentes.

Viu como é possível até mesmo unir algumas dessas atividades nesse evento especial, trabalhando com diversos conceitos, como solidariedade e união?

Por falar em data especial, você sabia que o período do Carnaval se orienta a partir da Páscoa? Ele sempre acontece 47 dias antes desse momento. Agora que você já leu sobre a Páscoa na escola, que tal conferir nosso post sobre a importância de falar sobre o Carnaval na escola?