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Aprenda como organizar as atividades para colônia de férias!

O período mais aguardado do ano pelos estudantes é, sem dúvida, as férias escolares. As crianças passam meses planejando o que vão fazer nos dias livres. Quando os pais não têm a mesma sorte de terem recesso junto com os filhos, a colônia de férias se torna uma excelente saída. Ela busca reunir atividades esportivas, recreativas e culturais pensadas no desenvolvimento saudável do corpo e da mente da criança.

A organização das atividades para colônia de férias na escola pode ser muito benéfica para ampliar a conexão das crianças com os professores e com a escola. Afinal, escola também é lugar de diversão!

Quer saber mais sobre como organizar esse importante evento escolar com sucesso? Então, continue a leitura!

Primeiros passos para organizar uma colônia de férias

O espaço a escola já tem e o público, também. Logo, não existem grandes mistérios para organizar uma colônia de férias. Acredite, o processo pode ser mais simples do que você pensa. Mas, claro, é preciso ter planejamento. Tanto para agrupar as crianças por faixa etária quanto para outros detalhes, como a contratação de profissionais, a seleção das atividades e a definição do período de duração da colônia.

No geral, as atrações das colônias de férias exigem muito mais energia da criança do que o dia a dia em sala de aula. Desse modo, mantenha um cuidado redobrado para evitar que os pequenos se machuquem.

Os pais também precisam se sentir seguros quanto ao ambiente em que seus filhos estão, por mais que conheçam a escola. A equipe deve atualizá-los constantemente sobre as atividades que serão e estão sendo desenvolvidas. Você pode, por exemplo, usar recursos como agenda digital ou um grupo no WhatsApp.

A divulgação da colônia de férias não precisa de grandes recursos financeiros, já que ela pode ser feita entre os próprios pais e alunos. Por isso, coloque em prática o boca a boca. Imagine se cada criança indicar um primo ou amigo? A colônia de férias nas escolas também pode fidelizar os alunos antigos e conquistar novos, incentivando-os a fazer a matrícula escolar. Já pensou nisso?

Montando a equipe de colaboradores

A equipe de atuação é de suma importância. Todos precisam estar alinhados com a proposta do projeto. Nem sempre funciona manter todos os profissionais que educam e atuam no dia a dia da escola como responsáveis pela diversão das crianças na colônia de férias, já que a imagem dos educadores está atrelada a estudo e disciplina.

Você pode contratar instrutores e monitorá-los por um período temporário. Os novos profissionais contratados precisam gostar e ter facilidade em lidar com crianças, ser responsáveis e atuar como verdadeiros animadores infantis. Afinal, as crianças estão esperando por diversão!

É necessário que os profissionais contratados tenham experiência e formação universitária em educação física, pedagogia ou psicologia. Para crianças de até 6 anos, o ideal é que haja um instrutor para cada grupo de dez crianças. Acima desta idade, pode-se ter um instrutor para cada quinze crianças. Também é fundamental contratar monitores para auxiliarem esses instrutores e as próprias crianças na realização das tarefas.

A escola também deve zelar pela limpeza do local e preparo das refeições. Logo, faxineiros e cozinheiros são imprescindíveis. Agora, é preciso pensar nas atividades que as crianças vão realizar durante a colônia de férias na escola.

Planejando as atividades da colônia de férias

A criança precisa se sentir à vontade para ir à escola nas férias, mesmo sabendo que nem todos os seus colegas estarão presentes. Desse modo, é necessário que a escola selecione bem as atividades que serão desenvolvidas durante o período.

As atrações podem ser as mais variadas possíveis e devem envolver os participantes em uma série de atividades esportivas, recreativas e ecológicas. Oferecer atividades mais lúdicas e menos pedagógicas é uma forma de atrair a atenção das crianças.

Na área esportiva, podem ser organizados torneios que gerem uma competição saudável entre os pequenos. Nas atividades recreativas, oficinas, gincanas, apresentações teatrais, dinâmicas, jogos e brincadeiras vão atrair a atenção de crianças de todas as idades. Já no quesito ecologia, os alunos podem ser incentivados a cuidarem do meio ambiente e fazerem passeios ecológicos e atividades ao ar livre.

É fundamental que a colônia de férias comece com uma atividade de apresentação e socialização entre as crianças, principalmente se ela for aberta para alunos de fora da escola. Na sequência, deve-se apresentar todo o espaço para os participantes. Afinal, será na escola que eles passarão boa parte das férias escolares!

Dividindo as equipes por faixa etária

A escola deve pensar nas atividades de acordo com os grupos e colocar muita animação nas férias dos participantes. Para montar uma programação que atenda a todos, deve-se montar as turmas seguindo a divisão por faixa etária.

No geral, as crianças de 0 a 6 anos se interessam por atividades que envolvem desenho, pintura, dança, contação de histórias, cinema, parquinho e tatuagem no rosto.

Já o grupo de crianças de 6 a 8 anos prefere oficinas de criação de fantoches, origamis e brinquedos com material reciclável, jogos pedagógicos, karaokê, teatro e atividades ao ar livre, como caça ao tesouro e piquenique.

Acima dessa idade, as crianças gostam mesmo é de colocar a mão na massa. Elabore uma programação recheada de oficinas, como a de culinária, artesanato, jardinagem, robótica, instrumentos musicais, pintura em tela e por aí vai.

Os pré-adolescentes acima de 11 anos mal conseguem ficar dentro das salas durante as férias. Aposte em atividades esportivas, como futebol, vôlei, queimada e tênis de mesa. Se a escola tiver piscina, as atividades na água também podem ser ótimas escolhas.

Por mais que seja importante a divisão por faixa etária, não deixe de realizar atividades que reúnam todas as crianças. Apresentações com mágica, música e teatro e uma grande gincana com equipes formadas por participantes de todas as idades para encerrar a colônia de férias podem ser excelentes opções.

A colônia de férias também é uma grande oportunidade para sua escola oferecer uma atração diferente de qualquer atividade que os alunos possam ter acesso durante o ano letivo. O planetário, por exemplo, é uma experiência que mistura ciência, inovação e tecnologia, permitindo uma experiência apaixonante e educativa.

Quer saber como oferecer o planetário entre as atividades para colônia de férias? Entre em contato conosco e saiba mais sobre essa atração capaz de divertir e ensinar seus alunos ao mesmo tempo!

Plano de gestão escolar: veja como desenvolvê-lo na sua escola

Planejar é parte de qualquer ação de sucesso. Toda empresa, governo ou instituição de renome só alcançam tais posições com muito planejamento. Então, por que na escola seria diferente?

Um bom plano de gestão escolar é capaz de tornar uma instituição de ensino referência em aprendizagem, organização, aprovação e em muitos outros quesitos de uma escola de sucesso.

Por isso, com este conteúdo, entenda o que é um plano de gestão escolar e veja como executá-lo de maneira eficiente em sua escola!

O que é um plano de gestão escolar?

De modo geral, o plano é o documento em que são registradas todas as ações da unidade de ensino. Esse documento pode ser físico, digital ou uma mescla dos dois, com planilhas digitais e anexos em papel, por exemplo.

A primeira coisa a se observar é se ele realmente recebe todas as ações da instituição.

No plano devem constar desde os recursos materiais da escola aos assuntos que serão trabalhados naquele ano, ou ciclo de anos: a formação da equipe, os eventos que serão realizados, o Projeto Político Pedagógico (PPP), os horários de funcionamento, as reuniões programadas, a situação financeira, enfim, exatamente tudo que for importante para fazer a escola funcionar bem.

Como mantê-lo sempre atualizado?

O plano de gestão escolar nunca deve ser tido como algo inflexível. Ele tem que ser adequado às novas situações e necessidades da escola. Uma boa forma de aperfeiçoar o plano é discuti-lo nas reuniões com a comunidade escolar e envolver pais, alunos, professores e demais funcionários em sua criação e desenvolvimento.

Usar a tecnologia em favor da escola também é uma ótima ideia. Existem softwares especializados e programas de gestão mais básicos que podem lhe ajudar a monitorar a evasão escolar, o desempenho dos alunos e das estratégias contidas no PPP, bem como no controle financeiro.

Metas e reavaliações são importantes?

É muito importante criar metas para as equipes. Sem um objetivo, um sonho, uma conquista no horizonte fica muito mais difícil se manter motivada diante de tantas circunstâncias adversas que fazem parte do universo escolar.

Reavaliar também é uma ação de sabedoria. Corrigir o que está errado, excluir o que não funciona e não ter medo de ousar são qualidades de toda empresa de sucesso.

Insira metas no plano de gestão no início do ano letivo, reavalie-o na volta do recesso e mantenha o que deu certo até o final do ano.

Qual segredo para executar o plano com eficiência?

Não adianta ter um lindo e bem construído plano de gestão escolar apenas no papel. Ele tem que ser executado!

Gerenciar bem e com inteligência o tempo na escola evita desgastes com horas complementares e atividades extras para cumprir calendário.

Ser organizado e cobrar organização dos professores, alunos e funcionários ajuda a manter um bom ambiente de trabalho e de aprendizagem. Por fim, saber delegar tarefas e não centralizar funções torna o trabalho mais produtivo e menos cansativo.  

Agora que você sabe como desenvolver o plano de gestão escolar, assine nossa newsletter e receba novidades e mais conteúdos para melhorar sua escola.   

Por que é importante fazer festa junina na escola?

Após o carnaval, muitos educadores já começam a pensar sobre a festa junina na escola. Algumas instituições organizam grandes eventos para incentivar a integração entre alunos, professores, familiares e a comunidade.

Contudo, além do caráter de diversão, a festa junina é um símbolo da cultura popular e o evento se torna uma excelente oportunidade para trabalhar a história e os costumes típicos de diversas regiões do país. Ficou interessada sobre o assunto? Continue a leitura e saiba mais!

A importância da festa junina no ambiente estudantil

A festa junina, tradicionalmente, é realizada no mês de junho e muitas escolas aproveitam esse período para organizar quadrilhas com os alunos e promover um evento com música, barracas de comida e brincadeiras, além das roupas caipiras.

Embora muitas pessoas considerem a festa como religiosa — devido às celebrações de três santos durante esse mês —, a comemoração tem origem pagã e representa uma festa coletiva dos camponeses para comemorar a colheita dessa época.

Sendo assim, a escola pode manter os preceitos do ensino laico e utilizar o período junino para trabalhar as origens da festa, a importância dos portugueses nas comemorações juninas, conceitos históricos e culturais, entre outras abordagens.

Além do aspecto educacional, uma vez que o tema pode ser aplicado em diversas disciplinas, a festa junina na escola contribui com a interação entre os alunos e estimula o trabalho coletivo com responsabilidades relacionadas à organização de barracas, decoração, entre outras tarefas.

Como organizar a festa junina na escola

O evento deve ser planejado com cuidado para que atinja o objetivo educacional e valorize a cultura do país, sem estereotipar a figura do caipira, por exemplo, como acontece em alguns casos. Veja a seguir três pontos essenciais para isso.

Inclua a data festiva no calendário escolar

Um dos primeiros passos é incluir a festa junina no orçamento anual da instituição e no calendário escolar; assim, alunos, pais e professores conseguirão se preparar com antecedência para a data.

Além disso, a coordenação deve definir o objetivo pedagógico do evento para estabelecer atividades que estejam alinhadas a isso.

Planeje atividades e atrações variadas

As atividades contribuem para o desenvolvimento de competências e habilidades entre os alunos, já que é possível incluí-los na organização do evento, na produção de itens decorativos, no atendimento nas barracas, entre outras tarefas definidas no planejamento da festa.

As atrações do evento são elementos essenciais na festa junina e elas podem ir além da tradicional quadrilha. Você pode organizar, por exemplo, apresentações musicais de alunos, pais ou outros membros da comunidade, peças teatrais, contação de histórias etc.

Inclua cardápios e brincadeiras típicas da festa

Algumas escolas deixam de lado o cardápio junino; entretanto, para difundir a cultura de forma ampla, é importante investir em produtos feitos a partir do milho, como o bolo e o curau, além de itens como maçã do amor, paçoca e outros doces típicos.

As atividades e brincadeiras como quadrilha, dança do pau de fita e correio elegante também têm um papel importante; contudo, a participação deve ser opcional, para respeitar a individualidade e a personalidade de cada aluno.

Além de diversão, a festa junina na escola é um instrumento de integração e promoção da cultura brasileira e esses são os principais motivos que fazem com que o evento esteja presente no calendário de muitas instituições.

A interação entre os alunos é uma etapa importante da vida escolar, não é mesmo? Veja nosso próximo artigo e saiba como a socialização na educação contribui para o desenvolvimento infantil!

Você sabe a importância da capacitação de professores?

O magistério é uma das profissões mais complexas na nossa sociedade. Afinal, novos conhecimentos e métodos de ensino surgem constantemente, fazendo com que o professor precise passar por uma constante atualização do que sabe e de como exerce sua função.

O desafio da formação continuada não pode ser responsabilidade individual do docente. Quem trabalha na gestão de uma escola precisa reconhecer a importância e estimular a capacitação de professores.

Quer saber como isso pode fazer a diferença na sua escola? Leia o post que preparamos sobre o assunto!

Quais são os diferenciais de um professor capacitado?

Motiva os alunos

Para se sentir estimulado a aprender, o aluno precisa de um professor motivado a ensinar. Um bom profissional não se limita ao que aprendeu na faculdade. Ao contrário, ele acompanha as novidades na sua área e procura formas diferentes de ensinar seu conteúdo. Um docente capacitado prepara aulas mais interessantes e sabe empolgar os alunos.

Passa segurança

Na carreira acadêmica, atualmente, a graduação é considerada apenas o primeiro passo da formação profissional. Assim, os alunos e os pais terão mais segurança na competência de um professor que busca atualização. Para construir uma relação de confiança entre a escola e a família, a capacitação de professores é fundamental.

Utiliza os recursos da escola da melhor forma

Ao ter contato com novos conhecimentos ou métodos de ensino, o professor potencializa os recursos que da escola. Livros, laboratórios, espaços externos à sala de aula, recursos tecnológicos e até mesmo materiais simples — tudo pode ser melhor aproveitado por um profissional capacitado.

Possibilita novas práticas de ensino

A escola não pode parar no tempo. As crianças estão tendo contato cada vez mais cedo com a tecnologia, que promove formas diferentes de aprendizagem. Hoje o acesso à informação é muito mais rápido, o que exige que os professores se reinventem. A capacitação é uma ótima forma de conhecer novos recursos e repensar as práticas.

Mostra uma imagem séria da instituição

O corpo docente é um dos principais representantes da escola. Antes de matricular o filho em uma escola, os responsáveis fazem uma análise cuidadosa da estrutura do prédio, da metodologia utilizada e dos profissionais contratados. Uma instituição que incentive e promova a capacitação de professores, com certeza, se torna mais atrativa.

Mantém o padrão de qualidade da escola

Para consolidar o nome da instituição não basta contratar bons professores, é preciso oferecer caminhos para que eles conquistem a excelência. Possibilitar que os profissionais continuem se capacitando é essencial para manter a qualidade do ensino.

Como a instituição pode promover a capacitação de professores?

Há diversas ações que a escola pode adotar para capacitar seu quadro de profissionais. Muitas podem ser realizadas no próprio espaço da instituição, como reuniões pedagógicas, grupos de estudo, debates e discussão de estudos de caso.

Além disso, a escola pode contratar profissionais para promover palestras, cursos e workshops interessantes para os professores. Oferecer recursos inovadores e inscrever os docentes em eventos acadêmicos, seminários e oficinas também são ótimas opções.

Quais são as vantagens para a escola?

Oferecer possibilidades de capacitação aos professores é uma das melhores formas de valorizar o trabalho desse profissional. Uma escola que realiza essas ações consegue atrair e manter bons professores em seu quadro. Assim, a qualidade do serviço aumenta e as despesas com rotatividade diminuem.

A formação continuada dos professores também tem efeito direto na eficiência dos profissionais. Isso garante um ótimo retorno para a escola, que se consolida no mercado e atrai cada vez mais alunos, aumentando também o índice de aprendizagem deles.

O artigo deixa claro que vale a pena investir em capacitação de professores. Os benefícios dessa prática serão compartilhados entre escola, docentes, alunos e famílias. A atualização constante é o caminho para uma educação de qualidade.

O que achou desse texto? Você também concorda que a capacitação de professores é fundamental? Deixe a sua opinião nos comentários deste post!

Saiba quais eventos devem estar no calendário escolar

Uma das ações mais importantes de quem trabalha na gestão de uma escola é a definição do calendário escolar. Esse é um documento obrigatório para todas as instituições de ensino do Brasil e sua função vai muito além de cumprir a legislação.

Montar o calendário anual é essencial para planejar a rotina da escola e começar o ano de forma tranquila e organizada. Quer saber mais sobre como preparar esse documento e quais são os eventos que devem constar na programação? Acompanhe as informações que trouxemos!

Por que definir um calendário escolar?

As escolas são obrigadas por lei a apresentar o cronograma anual, contendo pelo menos 200 dias letivos (com 800 horas de atividades pedagógicas). Ele é um documento oficial fiscalizado pelo órgão municipal de educação.

Além da obrigatoriedade burocrática, o calendário é uma ferramenta essencial na organização da escola. Definindo todos os períodos do ano, a gestão consegue coordenar melhor a equipe e os materiais necessários para realização de todas as atividades.

O calendário escolar também é peça-chave na relação com as famílias. Ele pode até mesmo ser considerado uma das estratégias de captação de alunos, já que os pais analisam o cronograma para conhecer o que a escola propõe em termos de práticas pedagógicas e atividades extracurriculares.

Os pais também utilizam o cronograma da escola para organizar a própria rotina, sabendo quando são os períodos de provas e as férias, por exemplo. Além disso, o calendário é fundamental para aumentar a integração entre a família e a escola, já que ela pode se organizar com antecedência para comparecer às reuniões e eventos escolares.

O que precisa constar nesse calendário?

As informações mais básicas são: as datas de começo e fim dos semestres letivos, os períodos de avaliação e recuperação e os eventos que a escola promove. Também é preciso deixar claro quando são os feriados e se haverá emenda em algum deles.

Por toda sua importância, é interessante que o calendário seja fechado com antecedência e seja amplamente divulgado. Você pode alcançar as famílias incluindo o cronograma nas agendas dos alunos, publicando no site da instituição e entregando impresso aos pais no ato de matrícula ou na reunião do início do ano letivo.

Quais eventos devem ser incluídos?

As escolas têm autonomia para definir o seu calendário, desde que cumpra às exigências de duração mínima do período letivo. Os eventos e atividades extracurriculares são escolhidos pela instituição, de acordo com a sua visão pedagógica. Veja aqui algumas datas interessantes:

Dia das Mães e dos Pais

Essas são festas tradicionais na maioria das escolas. Os alunos já se preparam para participar das festividades e as famílias têm grande expectativa em relação a esses dias. Por isso, são eventos praticamente obrigatórios em um calendário escolar. Atualmente, muitas instituições estão propondo o Dia da Família, uma forma mais inclusiva de comemorar as datas.

Festa junina

Um dos eventos mais marcantes na cultura brasileira, as festas juninas também têm presença garantida no calendário das escolas. Junho geralmente é o mês em que os professores abordam essas tradições e, na maioria das escolas, esse período culmina com uma divertida festa junina.

Dia do Índio

Pela importância do povo indígena na nossa história, essa também é uma data muito relevante para as instituições educativas. Ela pode ser aproveitada para aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre a cultura dos indígenas, assim como reforçar a importância de protegermos essa população que enfrenta tantos desafios atualmente.

Gincana ou feira de ciências

Para complementar o ensino da sala de aula, muitas escolas promovem semanas culturais e feiras de ciências. Essas datas costumam ser esperadas com ansiedade e entusiasmo pelos alunos, que potencializam sua aprendizagem em atividades esportivas, artísticas e sociais. Portanto, se a sua escola não prevê esses momentos, é uma ótima ideia incluir.

Todas as datas previstas no calendário escolar devem ter cunho pedagógico, mesmo quando se tratam de atividades extracurriculares. Os eventos podem ser um grande aprendizado para os alunos, contribuindo para a qualidade do ensino sem comprometer o andamento das aulas.

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Ensinar de forma lúdica: você sabe como fazer?

Ensinar de forma lúdica tem sido uma prática amplamente discutida, porém, nem sempre compreendida. Alguns confundem essa forma de ensinar com bobagem e acham que é somente para “matar o tempo”.

Entretanto, não são poucas as pesquisas que comprovam o uso do lúdico como uma forma leve e atrativa de levar os educandos a interagirem com o conhecimento. Diante disso, não é aceitável que o educador, no atual contexto social, despreze aliados eficientes para motivar a criança a interessar-se pelo aprender, é imprescindível ampliar os horizontes e arriscar novas metodologias.

Dentre as atividades lúdicas que podem ser exploradas no ambiente escolar, pode-se citar as seguintes;

1- Xadrez Gigante

Além de tratar-se de um jogo de grande valor no desenvolvimento cognitivo por si só, utilizar o xadrez em forma de peças gigantes (ou mesmo ter como peças os próprios alunos) pode ser imensamente interessante.

O espaço da quadra esportiva ou pátio pode ser o palco para a batalha, motivando a interação entre alunos e também a criação de estratégias para conquistar o objetivo do jogo.

Outras potencialidades que podem ser trabalhadas são a de liderança, pensamento lógico, visão espacial e respeito ao próximo.

2- Sopa de letrinhas

Essa atividade permite muitas variantes, mas aqui sugere-se que montinhos de letras sejam distribuídos a pequenos grupos de alunos e eles sejam orientados a montar palavras conforme certo critério, como nomes de animais, tipos de brinquedos, etc.

Com grande potencial de estimulação, essa atividade pode ser extremamente benéfica a alunos que ainda não concluíram o processo de alfabetização e ainda confundem a escrita das palavras.

Tal prática motivará a interação cooperativa, a colaboração entre alunos com maior e menor dificuldade de aprendizagem e o espírito de equipe.

3- Game de computador

Existe no mercado uma ampla oferta de jogos educativos, dos mais variados conteúdos e assuntos. Entretanto, utilizar em sala de aula pode ser especialmente desafiador e prazeroso.

A interação com o ambiente escolar e a participação dos colegas pode tornar os jogos eletrônicos ainda mais significativos para as crianças.

A escola pode optar por jogos individuais, duplas ou em equipe, por meio de um laboratório de informática ou mesmo na tela de projeção, onde todos visualizarão o mesmo conteúdo.

4- Pipa

Para alunos de todo o ensino fundamental e médio, a construção e brincadeira com pipas pode ser uma opção para o ensino de conteúdos de matemática e física ( e diversas outras disciplinas) com uma leveza apreciável.

O estudo de ângulos, geometria, resistência do ar e diversas outras pautas podem ser exploradas ludicamente com o uso das pipas. O potencial dessa prática ainda pode ser expandido para jogos em equipe, como a conquista de maior altura, evitando as pipas adversárias, e desafios, como a construção da menor pipa e/ou maior pipa que voe.

Para um profissional criativo, o campo da ludicidade pode ser fonte de infinitas possibilidades e, independente das realidades adversas, sempre haverá formas de utilizar o que vier a mão para a aprendizagem.

O importante é ter um objetivo educacional ao ensinar de forma lúdica e saber definir limites com os alunos para que esses momentos não se transformem em confusão e indisciplina.

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4 maneiras de diferenciar e tornar sua escola atrativa

Permanecer em evidência como uma escola atrativa diante de uma realidade mercadológica cada vez mais marcada pela acirrada concorrência é a ambição de muitas instituições educacionais.

Entretanto, para colocar-se em destaque, é preciso ter uma visão ampla da realidade local e global, criando maneiras de solucionar questões que dificultam o acesso ao sucesso.

Dentre essas maneiras, podemos citar quatro que serão importantes em qualquer contexto:

1. Analisar a concorrência

O hábito de observar o mercado pode ser imensamente benéfico para conseguir a excelência na oferta de serviços. Dessa forma, busque conhecer sobre as práticas de sucesso e também fracassos de seus concorrentes.

As boas ideias podem ser adaptadas e reutilizadas de forma que atendam à realidade local, bem como as que fracassaram podem ser analisadas e evitadas se o contexto for semelhante.

Sendo assim, estar atento ao que acontece no ramo educacional precisa ser hábito do gestor escolar na busca de orientação para ações inovadoras, que trarão mais visibilidade para a instituição.

2. Priorizar um espaço físico adequado

Além das instalações, que necessitam apresentar condições de uso adequadas e confortáveis à clientela atendida, um fator determinante pode ser a localização.

Escolas em ruas muito movimentadas, com difícil acesso a estacionamentos e em áreas que apresentem elevado risco de violência podem ser desprezadas pelas famílias, mesmo que o prédio seja impecável.

Diante disso, a mudança de endereço precisa ser considerada pelo proprietário que enfrenta essas dificuldades.

Entretanto, ambientes diversos como laboratórios, auditórios, quadras, área verde, parquinhos, salas climatizadas e refeitórios organizados são pontos considerados também na escolha e não podem ser ignorados.

3. Possuir um atendimento humanizado e acessível

Diante da realidade cotidiana imersa em papelada burocrática, as famílias buscam atendimentos que simplifiquem e facilitem suas rotinas.

Dessa forma, um administrador que preza pela simplicidade e agilidade do atendimento poderá ser bem sucedido na missão de tornar sua escola mais atrativa.

Ideias como atendimentos em horários alternativos e domiciliares podem ser cogitadas, mas a disponibilidade em ouvir e resolver as questões levantadas é muito bem vista e valorizada.

4. Focar no sucesso do aluno

Outro lado do atendimento a ser priorizado é o do próprio aluno, que precisa ser visto como ser individual, com suas próprias necessidades e habilidades.

Fatores como acessibilidade e inclusão precisam ser tratados com seriedade pela escola, é necessário que os alunos recebam, da melhor forma possível, o que foram buscar n0 ambiente educativo.

Ter professores e equipe pedagógica atentos à individualidade poderá ser determinante no sucesso do aluno e, por conseguinte, tornar a escola um lugar prazeroso de se estar.

Implementar práticas de realização de simulados, testes vocacionais, aulões de revisão, além de atividades extras como musicalização, teatro, clubes de xadrez, oratória e matemática são opções que funcionam.

Ao considerar esses fatores, a escola poderá buscar um patamar mais elevado de atendimento, em que a sua clientela sinta-se respeitada e valorizada.

Assim sendo, a melhor maneira de alcançar notoriedade e conceitualização de escola atrativa é oferecer os melhores serviços, com maior qualidade, em que o resultado esperado seja alcançado de forma leve e prazerosa.

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5 melhores dicas para fazer captação de alunos para sua escola

Superar a concorrência e conseguir realizar de modo eficiente e sistemático a captação de alunos é uma tarefa que exige planejamento e organização por parte da administração escolar.

Entretanto, com estas cinco dicas, essa tarefa poderá deixar de ser tão árdua e tornar-se apenas consequência de uma rotina de trabalho bem elaborada.

1. Invista em uma proposta pedagógica inovadora e eficaz

Principalmente para instituições que estão há pouco tempo no mercado, apresentar uma proposta pedagógica inovadora pode ser a melhor arma para ficar em evidência e ganhar notoriedade.

Investir em métodos que são eficazes precisa ser uma prioridade, pois a família espera que a aprendizagem da criança seja concretizada, que o ensino funcione.

Dessa forma, a escola precisa mostrar a razão de sua existência, que é a de promover um ambiente onde todos os fatores são considerados para o desenvolvimento integral da criança.

2. Envolver a família no dia a dia da escola

Atender bem a toda família no ambiente escolar é uma forma de fidelizar a clientela e utilizá-la como uma forma “gratuita” de marketing.

Projetos como o Escola de Pais são formas leves e atrativas de formar uma parceria mais próxima com as famílias e garantir o seu engajamento nas ações escolares.

Outras projetos que podem ser interessantes é o Dia da Profissão (dia em o pai/responsável apresenta sua profissão na classe) e o Dia do Irmão na Escola (ampliando para primo ou colega, caso precise contemplar filhos únicos).

A Semana da Família na Escola, que foca em palestras diversas e ações de entretenimento e envolvimento social, também  pode ser considerada como metodologia de atração.

Diante disso, estreitar os laços entre família e escola será uma forma de garantir que a permanência de alunos se concretize e que novos alunos sejam atraídos.

3. Divulgue os resultados acadêmicos

Uma estratégia muito explorada é a da divulgação dos resultados acadêmicos de alunos que foram aprovados em exames vestibulares ou provas de concursos.

Tal iniciativa ainda tem a vantagem de colocar em evidência e promover a valorização dos feitos dos alunos que foram bem-sucedidos.

Sendo assim, divulgar o que a escola pode fazer pelo aluno pode ser uma forma eficiente de conquistar uma clientela que busque resultados palpáveis.

4. Promova ações que ponham a escola em evidência

Seja por meio de projetos como o Dia do Amigo, em que amigos são convidados a conhecer a escola e passar um tempo por lá, seja por meio de ações comunitárias, a escola precisa ser conhecida.

Promover ações que levam a escola até a comunidade ou que tragam a comunidade para dentro dos portões da escola fará com que a instituição seja bem vista e lembrada na hora de uma escolha.

O que não é aconselhável é a escola fechar-se em seu próprio mundo, esquecendo-se de que sua permanência depende do mundo exterior.

5. Planeje benefícios às famílias mais numerosas

O programa de bolsas ou descontos pode ser um caminho eficiente para obter e fidelizar um número considerável de alunos.

Algumas famílias, com três ou mais crianças, poderiam contar com incentivos para manter todas na escola, por meio de bolsas, descontos na matrícula, na mensalidade ou no material didático.

Elaborar um plano de descontos e apresentá-lo às famílias que precisarem de incentivo pode ser uma maneira de negociação eficiente, buscando um equilíbrio entre as necessidades dos dois lados.

Por meio dessas iniciativas ou por outras, a escola só efetivará a eficiente captação de alunos se apresentar qualidade em seus serviços.

Outdoors, panfletos, uso da mídia televisiva e qualquer outro meio de divulgação poderão não ser mais convincentes do que a palavra de um aluno realizado e de uma família satisfeita.

Sendo assim, oferecer um educação de qualidade é a melhor dica de captação de alunos, em qualquer nível de escolaridade.

Gostou das nossas dicas? Então acesso o nosso blog e confira mais conteúdo relevante sobre gestão escolar!

Confira 5 ideias criativas para festa de final de ano letivo!

Uma festa de final de ano letivo, marcante e divertida, é uma excelente forma de brindar as realizações e conquistas do espaço escolar. Os professores podem utilizar esse momento para proporcionar uma interação mais leve e prazerosa, onde as crianças possam ter a chance de brincar.

Entretanto, para garantir a diversão, é preciso uma pitada de criatividade e muita disposição por parte dos educadores para que essa confraternização não tenha foco no “comeu, voou”.

Por conta disso, preparamos algumas dicas para tornar essa ocasião inesquecível. Acompanhe com a gente.

1. Preparar comidinhas gostosas e criativas

Aquele velho costume de um colega trazer aquele bolinho confeitado que será disputado a tapas precisa ser deixado de lado e dar lugar a inovações. Promover o festival do cupcake, do picolé, do pirulito ou de outra guloseima apreciada pelos pequenos pode ser uma ótima pedida.

Outras opções válidas e que podem ser consideradas conforme a realidade local são a de um piquenique ou de um festival de frutas. Mesmo assim, ainda há a possibilidade de partir para um lado mais formal, como a produção de um chá da tarde. O que vale é a imaginação!

2. Dar festas à fantasia

Uma forma de permitir que as crianças entrem no clima e aguardem a festa ansiosamente é promover a utilização de fantasias e caracterizações.

Festa havaiana, anos 60, super-heróis, reciclagem e muito mais podem ser temas que cativarão a galerinha e farão eles se empenharem em apresentar a fantasia mais criativa possível.

Para o chá da tarde, roupas de época. Para a festa havaiana, muitas saias e flores! O tamanho da criatividade é que conta no final.

3. Organizar provas e desafios

A festinha escolar onde todo mundo fica sentado esperando liberar a comida pode não ser a mais inesquecível. Assim, promover a movimentação com certeza é muito mais interessante!

Desafiar as crianças a dançarem a coreografia de determinada música, fazer caça ao tesouro ou realizar uma pequena gincana será divertido e não deixará ninguém entediado. Planejamento acima de tudo!

4. Apresentar uma decoração elaborada

Festinhas com apenas alguns balões já estão mais do que ultrapassadas. Os educadores precisam buscar uma apresentação mais cativante para os encontros da escola.

Seja na sala de aula ou em outros ambientes disponíveis, é possível usar a ousadia e a criatividade para criar lugares tão interessantes e acolhedores que deixarão as crianças fascinadas.

Conforme o tema da festa, desde tecidos e papeis até materiais recicláveis podem ser úteis para a construção de uma ornamentação bem elaborada.

Túneis de tecidos, jogos de luz, origami, flores e diversos outros itens podem ser combinados para uma decoração que ficará marcada na memória dos pequenos. Disposição é o que conta!

5. Promover a sustentabilidade e a solidariedade

Além da diversão, tudo na escola tem um papel educativo. Dessa forma, a festa de final de ano letivo não pode ter menos razões para acrescentar aprendizagens no repertório dos envolvidos.

Uma forma interessante é a troca de presentes entre alunos, mas deixando de lado aquela ideia de consumismo e egocentrismo. A novidade da ação é incentivar a produção do presente pela própria criança.

O foco pode ser a reciclagem, mas deve também englobar outros tipos de trabalhos manuais, como pintura, escultura em argila etc.

Outra forma de manter a confraternização com um clima elevado é a de dispor de um passe de entrada, caracterizado por uma porção de alimento não perecível ou roupas e calçados para doação.

Assim sendo, contando com imaginação, criatividade, planejamento, disposição e se importando com os seus alunos, o professor poderá promover uma festa de final de ano letivo inesquecível!

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Afinal, qual a importância do lazer para o aprendizado?

Brincar é uma ação inerente à infância, certo? Nas atividades recreativas é que nos reconhecemos como ser pensante, atuante e portador de habilidades cognitivas e sociais.

Desde a compreensão e domínio das próprias funções motoras até a evolução do pensamento estratégico, o fato é que as atividades de lazer podem ser desempenhadas com caráter lúdico e são cruciais para catalisar o potencial de aprendizado de qualquer ser humano.

Este post trata especificamente dessa relação entre lazer e aprendizagem e da sua importância para o ambiente escolar. Confira e descubra como as ações lúdicas podem ajudá-lo a incrementar o ensino na sua escola.

O lazer e o desenvolvimento humano

A importância do lazer para uma criança é incalculável, pois se reflete no desenvolvimento de sua percepção como indivíduo em um ambiente coletivo, onde existe uma infinidade de  possibilidades de relacionamentos. Brincadeiras possibilitam treinamentos e aprendizagens diversas e são essenciais para o desenvolver harmônico de uma pessoa.

Ou seja, do ponto de vista educacional, brincar é coisa séria, pois permite que uma criança ou adolescente descubra suas capacidades físicas e mentais, desenvolva habilidades técnicas, sociais e tecnológicas, assuma responsabilidades e desafios.

E mais: estimula a autovalorização, a realização pessoal e a superação de limitações, incluindo aquelas inerentes ao desempenho escolar.

O lazer na escola

Nos dias atuais, ainda há algumas instituições e famílias que afirmam que o brincar trata-se de “perda de tempo” e “bobagem” e veem as brincadeiras são vistas como entraves para a aprendizagem “útil” e eficaz.

Entretanto, no ambiente das pesquisas pedagógicas, há diversas teorias que propõem a utilização de ações recreativas orquestradas com foco no desenvolvimento de crianças, adolescentes e até mesmo adultos em ambiente escolar, tratando esse tema como um fator determinante para o sucesso do educando como aprendiz e construtor de sua própria história. Não é difícil encontrar literatura que defenda o brincar como meio de educar.

Ou seja, a escola precisa ser um lugar de incentivo e de oferta de momentos e espaços lúdicos para os seus educandos. Trata-se de respeitar a necessidade natural e saudável de aprender com simplicidade e de forma prazerosa e funcional.

Separar e planejar momentos, livres ou dirigidos, em que as crianças possam brincar é dever e responsabilidade de qualquer instituição educacional que preze pela saúde e bem-estar dos estudantes que lhes foram confiados.

Benefícios pedagógicos nas atividades de lazer

Jogos e desafios, por exemplo, se revelam métodos eficazes para envolver e prender a atenção de qualquer criança, fazendo com que aprenda a se concentrar, respeitar regras, agir socialmente e superar obstáculos de forma mais natural. É perceptível que atividades recreativas, quando bem conduzidas, tem alto potencial de preparar o indivíduo para a vida.

O lazer, sobretudo na infância, faz parte e é fundamental para a evolução do ser humano, seja nos aspectos sociais, psicológicos e motores. Dessa forma, inibir ou proibir momentos de lazer no cotidiano de aprendizagem é o  mesmo que castrar o potencial cognitivo de uma pessoa ou grupo.

E então? Percebe o quanto o lazer pode catalisar o desenvolvimento pedagógico dos seus alunos? Está pronto para incrementar o seu planejamento escolar com brincadeiras e atividades lúdicas estratégicas? Uma dica bem atual é levar um planetário inflável para a sua escola como forma de incrementar a atuação dos docentes nas aulas de Ciências. É simplesmente um Show!

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